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quarta-feira, 17 de março de 2010

Caravana em defesa do Rio Pajeú na semana mundial da Água

No próximo dia 26 de março, junte-se à caravana em defesa do Rio Pajeú!
Percurso : começa em Serra Talhada e encerra em Brejinho!
A caravana passa por: Calumbi, Flores, Carnaíba, Afogados da Ingazeira e São José do Egito.
HistóricoEssa preocupação com a recuperação dos Riachos de nossa região começou no ano de 2002, numa parceria entre o Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Sertão Central, O Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR – e os Sindicatos dos Trabalhadores Rurais do Sertão Central / FETAPE. O primeiro trabalho foi no Riacho Olho D’água (Santa Cruz da Baixa Verde), que nasce nesta localidade e desemboca no Rio Pajeú. Em 2009, num ato público em Serra Talhada, levamos essa reflexão do descaso com o Rio Pajeú para a sociedade e as autoridades locais, dando mais um passo na construção de estratégias para o enfrentamento do grande desafio que é a “Recuperação do Rio Pajeú”.
O Rio Pajeú HojeO Rio Pajeú está bem diferente de 30 anos atrás, quando se utilizava as suas águas para os mais variados usos, inclusive o consumo humano. Hoje, o Pajeú se vê ameaçado pelos mais diversos processos de destruição, entre eles: a descarga de esgotos urbanos, o assoreamento da sua calha provocado, principalmente, pela retirada desordenada da areia e de sua mata ciliar com o agravante da invasão de algarobeiras e a construção de casas nas suas margens; com a construção de barragens várias espécies de peixe estão em processo de extinção.
Os povos do Pajeú se pronunciam, nesse momento e através dessa caravana, em defesa da revitalização do seu Rio, convocando a sociedade e as autoridades a tomar providências imediatas. A sociedade exercitando sua parcela de responsabilidade, participando das tomadas de decisão e assumindo atitudes de respeito à água; as autoridades cumprindo seu papel, dirigindo o olhar para a preservação dos cursos d’água e fazendo valer a legislação existente.
“Defender a vida é organizar a comunidade, na paróquia, no sindicato, no bairro, na cidade e no país para acompanhar a tramitação das Leis e efetivar a aplicação daquelas que constroem o bem comum” (Trecho da Campanha da Fraternidade 2008)VAMOS GARANTIR UM FUTURO DE CIDADANIA E VIDA, PRESERVANDO, RECUPERANDO O QUE FOI AGREDIDO E LUTANDO SEMPRE CONTRA A DESTRUIÇÃO DA NATUREZA, QUE É NOSSO BEM MAIOR! VIVA O RIO PAJEÚ!ARTICULADORES:Sindicatos dos Trabalhadores Rurais/FETAPE – CECOR – MMTR do Sertão Central/PE - Comitê da Bacia Hidrográfica do Pajeú - Diocese de Afogados da Ingazeira - ANA, PDHC – Diaconia - Centro Sabiá - Casa da Mulher do Nordeste – GMM – COOPAGEL – Prefeituras Municipais de Serra Talhada e Carnaiba.


FONTE: http://www.cecor.org.br/

segunda-feira, 15 de março de 2010

O CECOR abre seleção para 2 profissionais

O CECOR está selecionando dois profissionais para trabalhar com jovens rurais nos municípios de Flores, Santa Cruz da Baixa Verde e Serra Talhada, dentro do projeto “Semeando Futuro no Semiárido”, apoiado pelo Instituto C&A.
A seleção está aberta para um Educador Popular (confire o edital no site:
http://www.cecor.org.br/) e um profissional na área de comunicação (confire o edital no site: http://www.cecor.org.br). O CECOR receberá currículos até o 18/03/2010.
Por gentileza, divulguem nossos editais a quem possa se
interessar.

Manejo florestal garante sobrevivência na caatinga o ano inteiro

No Sertão de Pernambuco, agricultores estão descobrindo que preservar a natureza é um bom negócio. Retirar madeira da caatinga sem destruir a vegetação tornou-se uma forma de garantir renda para a família nas épocas de estiagem.
Na comunidade rural da fazenda Pipocas, em Floresta, moram catorze famílias. Como a região é uma das mais secas do País, agricultura apenas não é suficiente para garantir o sustento. Foi nessas circunstâncias que o manejo florestal surgiu, ajudando a melhorar a vida de todos por lá.
Os homens se preparam para um dia de trabalho, aprontando o carro de boi, a carroça e as ferramentas indispensáveis: foice e machado. O destino é uma área de caatinga fechada e, no local definido, árvores começam a ser cortadas imediatamente.
À primeira vista, o corte das madeiras parece ser um desmatamento criminoso como outro qualquer, mas isso é só uma impressão. A retirada de cada galho de caatinga é planejada: espécies nativas, protegidas por lei, como a aroeira e a baraúna, por exemplo, não podem ser destruídas em hipótese alguma.
No manejo florestal, a área é dividida em lotes. Cada um é explorado por um ano e depois fica quinze anos preservado para a regeneração da mata. Os agricultores receberam orientações de engenheiros florestais do Ministério do Meio Ambiente.
“Essa é uma técnica utilizada para uma melhor utilização da caatinga, cortando de forma separada, em áreas separadas, onde uma é cortada e as outras preservadas. Favorecendo assim o homem do campo. Isso para que no período em que não haja chuva, eles possam utilizar esse bioma, a caatinga, de uma forma ordenada e sustentável, ajudando assim a natureza e o homem do campo”, explica o engenheiro florestal Danilo Soares (foto 3).
O manejo está ajudando a preservar a mata nativa e aumentando a renda da comunidade. “Significa uma média de quatrocentos reais por mês. Não é um valor muito alto, mas é o suficiente para a família aqui no campo ir sobrevivendo”, assegura o agricultor Jaílson de Lemos.
Em outra comunidade rural, no município de Serra Talhada, também no Sertão, os agricultores fazem o manejo da caatinga e, além de retirar a madeira, aprenderam a produzir carvão. Eles construíram fornos feitos de barro e tijolo (foto 4), tudo dentro da lei.
Num dos assentamentos foram construídos seis fornos para a produção de carvão. Cada um deles é administrado por seis famílias. A atividade se tornou fundamental para garantir o sustento de todos durante os longos períodos de estiagem.
“A gente vende o carvão e paga uma conta que estava devendo, compra uma roupa que o filho está precisando... Melhorou muito depois que começamos a fazer o manejo”, diz o agricultor Severino Nunes de Lima Filho.
(Fonte: pe360graus)

sábado, 13 de março de 2010

A BÚSSOLA









A bússola, mais conhecida pelos marinheiros como agulha, é sem dúvida o instrumento de navegação mais importante a bordo. Ela teve sua origem na China do século IV a.C. Sua adaptação e reconhecimento no Ocidente aconteceu cerca de 1.500 anos depois. A primeira referência deste instrumento na Europa aparece em um documento de 1190, chamado "De Naturis Rerum". As primeiras bússolas chinesas não utilizavam agulhas . Eram compostas por um prato quadrangular representando a Terra. O "indicador"(objeto que indica a direção), com forma de concha, era de pedra imantada e a base (prato), de bronze. Um círculo no centro do prato representava o céu e a base quadrada, a terra.

Foi Flávio Gioia que em 1302 alterou a bússola para ser usada a bordo, usando a agulha sobre um cartão com o desenho de uma rosa-dos-ventos. Os rumos ou as direções dos ventos têm origem na antigüidade. Na Grécia começaram com dois, quatro, oito e doze rumos. No início do século XVI surgem já 16 e na época do Infante D. Henrique já se usavam rosas-dos-ventos com 32 rumos. Primeiramente o rumo era associado à direção dos ventos e só mais tarde aos pontos cardeais. Em certas rosas-dos-ventos, no local que indicava o Leste, aparecia desenhada uma cruz que mostrava a direção da Terra Santa. A declinação de uma agulha é a diferença que uma bússola marca entre o norte geográfico e o norte magnético.

O cabo da concha indicava o sul. A concha é uma representação simbólica da Ursa Maior. A base continha caracteres chineses que assinalavam os oito pontos principais: norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste e sudoeste. A introdução da agulha aumentou a precisão da leitura. Foi nessa época que os chineses introduziram os primeiros marcadores e indicadores, elementos fundamentais da ciência moderna. A Lo Pan é um instrumento complexo, desenvolvido através dos séculos, pelos chineses, para que os praticantes pudessem fazer precisos cálculos de tempo e espaço em sua ciência. O cálculo da direção pode ser efetuado com uma Lo Pan ou com uma bússola normal. Não existe diferença. A Lo Pan apenas nos indica um cálculo mais preciso, e algumas facilidades em relação às direções e as características do local.

Ao longo do tempo veio a verificar-se que a declinação variava com o tempo e o lugar. Também foi D. João de Castro o primeiro a descobrir o desvio de uma agulha, ou seja, o efeito que massas de ferro próximas tem sobre uma bússola. Este efeito obrigou a cuidados com o posicionamento da bússola perto de peças da artilharia, âncoras e outros ferros. Esta foi uma das razões para que os morteiros, as caixas que protegem as bússolas, fossem, no início, de madeira.Durante o século XVI as bússolas portuguesas tinham, pelo menos desde 1537, um sistema de balança para manter o morteiro horizontal. O morteiro era colocado numa coluna de madeira, mais tarde de metal, a bitácula, à frente da roda do leme. A bitácula contêm um sistema chamado cardan que permite que o morteiro se mantenha na horizontal apesar das oscilações do barco.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Estações do Ano








As estações do Ano.

Todo mundo já sabe que durante o ano ocorrem quatro estações: Primavera, verão, outono e inverno.
As estações do ano acontecem por causa da inclinação da terra em relação ao sol. O movimento do nosso planeta em torno do sol, dura um ano. Esse movimento recebe o nome de translação e a sua principal conseqüência é a mudança das estações do ano.
Se a Terra não se inclinasse em seu eixo, não existiriam as estações. Cada dia teria 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. E como o eixo do planeta terra forma um ângulo com seu plano orbital, existe o verão e o inverno, dias longos e dias curtos. Durante o Verão, os dias amanhecem mais cedo e as noites chegam mais tarde. Ao longo dos três meses desta estação, o sol se volta, lentamente para a direção norte e os raios solares diminuem sua inclinação. No início do Outono, os dias e as noites têm a mesma duração: 12 horas. Isso é porque a posição do sol está exatamente na linha do Equador.
Porém, o sol, vai continuar se distanciando aparentemente para norte. A partir daí, os raios solares atingem o mínimo de inclinação no início do Inverno, e, ao contrário do Verão, os dias serão mais curtos e as noites mais longas.
Então, o Sol vai começar a se deslocar na direção sul. Começando então a Primavera e os dias e as noites terão a mesma duração.
Portanto, as estações do ano e a inclinação dos raios solares variam com a mudança da posição da Terra em relação ao Sol. Quando o Pólo Norte se inclina em direção ao Sol, o hemisfério Norte se aquece ao calor do verão. Seis meses mais tarde, a Terra percorreu metade de sua órbita. Agora o Pólo Sul fica em ângulo na posição do Sol. É verão na Austrália e faz frio na América do Norte.
As quatro estações:

Outono : De 21 de março a 21 de junho
Do latim: autumno. Também conhecido como o tempo da colheita, pois é nesta época que ocorrem as grandes colheitas. Os dias ficam mais curtos e mais frescos. As folhas e frutas, já estão bem maduras e começam a cair no chão. Os jardins e parques ficam, coberto de folhas de todos os tamanhos e cores.
Isto por que os países lá do hemisfério norte precisam se preparar para o inverno que está chegando. É necessário armazenar bastante comida para nada possa faltar!

Inverno: De 21 de junho a 23 de setembro
Do latim: hibernu, tempus hibernus, tempo hibernal. Associado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante o período de frio intenso. Estação que sucede o Outono e antecede a Primavera.
O inverno é a estação mais fria do ano. Os dias são curtos e por isso escurece mais cedo.
No sul do Brasil é comum ver a neve cair, cobrindo o chão e as plantas. Já nas outras regiões como São Paulo e Rio de Janeiro, é a chuva quem dá o ar da sua graça.
Como a temperatura cai nessa fase, as pessoas tendem a passar mais tempo dentro de casa, principalmente debaixo das cobertas!

Primavera: De 23 de setembro a 21 de dezembro.
Do latim: primo vere, no começo do verão.
Ah, essa é a estação mais florida do ano! Representa a época primeira, a estação que antecede o Verão.
Com o fim do inverno, os voltam a ser mais longos e quentes. Este é o período em que os animais se reproduzem e constroem seus ninhos. Os insetos como as borboletas e abelhas, voam de flor em flor em busca néctar que as flores possuem.
A temperatura não é tão baixa e nem tão alta fazendo da primavera uma época muito agradável.

Verão: De 21 de dezembro a 21 de março.
Do latim vulgar: veranum, veranuns tempus, tempo primaveril ou primaveral.
Chegou o Verão, a estação mais quente do ano. Muito calor e dias bem longos. As temperaturas estão lá em cima. Relativo a primavera. Estação que sucede a Primavera e antecede o Outono.
As árvores estão verdes e carregadas de frutas. Neste período a Terra recebe mais chuva por causa da vaporização das águas. O céu fica, ás vezes, fica nublado com pesadas nuvens que são o acúmulo de águas dos rios e dos mares transportadas para a atmosfera em forma de vapor.
O verão é uma estação muito gostosa, com a chegada das férias e um clima de alegria no ar.

Bilbiografia:
BRANCO, S. M.;Um passeio pelas estações do ano. Editora Moderna. 48p.

quinta-feira, 11 de março de 2010

CANGAÇO MOVIMENTA SERRA TALHADA EM MARÇO

A cidade de Serra Talhada está com a agenda movimentada. Nos próximos dias 20 e 21 de março, o município se transformará em um grande palco para várias manifestações culturais, na Área de Alimentação da Feira Livre da cidade. Além de apresentações musicais, com banda de pífanos e grupo de xaxado, haverá encenações teatrais, como “A Chegada de Lampião no Inferno”. O evento comemora os 15 anos da Fundação Cultural Cabras de Lampião, que conta ainda com feira de artesanato e cordéis.Já no dia 1º de maio, acontece o I Festival de Músicas do Cangaço. O ritmo pode ser rock, hip hop, blues, forró ou qualquer outro, mas o tema das canções deve ser, obrigatoriamente, o cangaço. Até 25 de março, as inscrições podem ser feitas através do site (www.cabrasdelampiao.com.br) ou do e-mail (festivaldemusicasdocangaco@gmail.com). O evento é realizado pela Fundação Cultural Cabras de Lampião e Ponto de Cultura Artes do Cangaço, em parceria com a Chesf/Governo Federal e Fundarpe/Governo de Pernambuco.Para os admiradores da dança popular pernambucana, o Museu do Cangaço, também em Serra Talhada, oferece oficinas de maracatu, frevo, coco, ciranda e, claro, o xaxado. As inscrições estão abertas até o dia 15 deste mês, para cursos trimestrais, gratuitos.A cidade também participa, de 11 a 14 de março, em Brasília, da II Conferência Nacional de Cultura. O evento reúne agentes culturais, produtores, artistas, intelectuais de todo Brasil.

FONTE: Nill Júnior

terça-feira, 9 de março de 2010

Documentário vencedor do Oscar alerta contra matança de golfinhos






By: Jorge Cruz Jr.

A maioria das pessoas adora golfinhos. Eles são bonitos, inteligentes, engraçados, carinhosos. Estão sempre sorrindo, não é verdade? Pois é, prepare-se para ver toda essa imagem ser desconstruída – e justamente pelas pessoas que mais gostam de golfinhos na face da Terra. “O sorriso do golfinho é a maior enganação da Natureza”, diz uma delas em determinado momento. Essa é apenas uma das surpresas que o documentário vencedor do Oscar (e da maioria dos festivais dos quais participou) revela.
“A Cova” conta a história de um grupo de ambientalistas que têm como missão alertar o planeta para a matança de cetáceos a partir do litoral de Taiji, no Japão.

O documentário está longe de ser panfletário ao extremo. Possui cenas fortes bem pontuais, uma cronologia perfeita, intervenções didáticas rápidas e funciona bem como filme. Não enche a cabeça do espectador de estatísticas – até porque 23.000 golfinhos sendo exterminados por ano no Japão e a venda dos animais por 150 mil dólares cada já é assustador o suficiente.
O Governo do Japão, alvo de boa parte da artilharia dos realizadores de “A Cova”, construiu uma tese fajuta de que baleias e golfinhos são os culpados pela diminuição da quantidade de peixes no mar para justificar a vista grossa.

Mas a saúde do ser humano também corre risco por conta dessa matança, já que a substituição da carne de baleia pela de golfinho (sem o consumidor saber) faz com que muita gente ingira altas doses de mercúrio, provocando a doença de Minamata (responsável por uma morte lenta e dolorida).
Até as ONGs voltadas para a preservação da vida marinha são alvo de crítica da produção. Absurdamente, a defesa de grande parte dessas entidades se limita aos cetáceos de grande porte, como as baleias.

Ao contrário de “Terráqueos” (2005), referência entre os documentários sobre maus-tratos aos animais, o tom mais direto e elegante desse filme de Louie Psihoyos e Fisher Stevens acaba por se mostrar mais eficaz. Difícil não se encantar com o mundo que revelam as belas imagens do oceano, a partir de câmeras de profundidade e equipamento de captação de som, criados para registrar o fundo do mar. Mas também envolvem com cenas saídas de filmes de espionagem, em missões secretas para captar cenas da matança.
É impossível ficar impassível diante da cena (que não é inédita) do mar mudando de azul para vermelho, diante do massacre imperdoável perpetrado pela humanidade.

Inimigo número dois da equipe, após os caçadores japoneses? O aquário gigante Sea World, da Flórida, que mantém diversos golfinhos em cativeiro. Um responsável pelo aprisionamento desses animais? O seriado de televisão “Flipper”. Um dos líderes das filmagens do documentário, Ric O’ Barry, deve toda sua fama e fortuna justamente ao programa. Era ele quem adestrava os bichos que interpretavam o célebre golfinho. Agora, tenta compensar o que causou.
O ex-treinador de “Flipper” passou os últimos 35 anos de sua vida lutando contra as consequências da série – a imagem do golfinho amigo do homem, que está sempre feliz dentro de um aquário barulhento.
Um Oscar mais que merecido que, no final, pode ajudar a preservar uma espécie animal no planeta. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil, mas vale a pena conhecer desde já o projeto (pelo site http://www.takepart.com/thecove).

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

  Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...