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sábado, 18 de junho de 2011

O BLOG DO PROFESSOR PAULO CÉSAR CHEGA A MAIS DE 4.000 ACESSOS







O nosso BLOG chegou à expressiva marca de mais 4.000 acessos, um número impressionante.
Aproveito o momento para agradecer a todos aqueles que diariamente visitam o nosso BLOG.
A todos os amigos e parceiros internautas um forte abraço!

Prof. Paulo Cesar Gomes

domingo, 12 de junho de 2011

O homem mais baixo do mundo é um filipino de 59,93 cm

Um filipino que deixou de crescer aos dois anos de idade e agora com 59,93 centímetros de altura foi declarado oficialmente o homem mais baixo do mundo neste domingo (12), dia de seu 18º aniversário.

Junrey Balawing é filho de um ferreiro e o mais velho de quatro irmãos, todos de altura normal, menos ele. Ele mora em Sindangan, na ilha de Mindanao (sul das Filipinas).

"É oficialmente o homem mais baixo do mundo", declarou Craig Glenday, chefe de redação do livro Guinness dos Recordes Mundiais.

Junrey Balawing substitui assim o nepalês Khagendra Thapa Magar, que mede 67,08 cm e foi proclamado o homem mais baixo do mundo em outubro de 2010.

O pai de Balawing contou que o filho foi um bebê com muitos problemas de saúde e que deixou de crescer aos dois anos de idade, sem que os médicos pudessem determinar as causas da interrupção de seu crescimento.

Fonte: AFP

sábado, 11 de junho de 2011

História do Dia dos Namorados no Brasil e no mundo



Introdução

O Dia dos Namorados é uma data comemorativa, não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s Day).

História da data (14 de fevereiro) - Origem do Dia de São Valentim

A comemoração desta data remonta o Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, porém de forma secreta. Foi preso pelos soldados e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270.
Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de junho, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos.

História do Dia dos Namorados no Brasil (12 de junho)

No Brasil, a data apresenta uma história bem diferente, pois está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”.
Portanto, em nosso país foi escolhida a data de 12 de junho por ser véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho). Assim como em diversos países do mundo, aqui também é tradição a troca de presentes e cartões entre os casais de namorados.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Da indignação, nasce a esperança



Neste domingo, dia 5 de junho, celebra-se no Brasil o dia do meio ambiente. E há algo a comemorar? Olhando para o passado recente, a sensação é de que não, não existe nada para festejar.

Em fevereiro, três reatores de uma usina nuclear em Fukushima não resistiram como seus donos prometiam a um terremoto seguido de tsunami e derreteram, provocando o maior desastre do gênero desde a explosão dos reatores de Chernobyl na Ucrânia, em 1986. Aqui também tivemos, em janeiro, nossa dose de desastres ambientais.

A velha equação brasileira de ocupação irregular de morros e encostas – com a consequente derrubada da cobertura florestal dessas áreas, que servia como proteção contra as intempéries da natureza – encontrou-se com chuvas torrenciais na serra Fluminense. O resultado foi uma catástrofe.

Mais de 900 pessoas morreram sob deslizamentos de terra ou afogados por enxurradas, que arrastaram também as plantações da região que abastacem o Rio de Janeiro com hortaliças. Apesar dessa eloquente mensagem da natureza, a bancada ruralista na Câmara Federal aproveitou-se da omissão do governo no assunto e aprovou mudanças no nosso Código Florestal, anistiando desmatadores, consolidando ocupações irregulares e deixando à mercê da motosserra 22 milhões de hectares de matas nativas.

Parte delas já começou a tombar com mais intensidade mesmo antes da vitória dos ruralistas na Câmara. Segundo levantamento do Inpe, o índice de desmatamento na Amazônia foi, em abril desse ano, 570% maior do que no mesmo mês do ano passado. A violência que em geral acompanha o desmatamento também recrudesceu na região.

No mesmo dia em que os deputados votaram pelas mudanças no Código Florestal, um amante das árvores e líder extrativista na área de Marabá, no Pará, foi assasinado junto com sua mulher. De lá para cá, houve mais dois assassinatos. Segundo o governo, há 165 pequenos agricultores, assentados e extrativistas ameaçados de morte na região.

Somadas essas histórias, parece que o Brasil e o mundo estão numa espécie de máquina do tempo que trouxe de volta a ameaça nuclear e o desmatamento, o conflito agrário e a violência na Amazônia. Por tudo isso é que paira no ar a dúvida se neste 5 de junho existe algo a celebrar. Nós, do Greenpeace, achamos que sim.

FÉ NO FUTURO VERDE E LIMPO

O desastre de Fukushima, as tentativas de destruir o Código Florestal e a volta do desmatamento e da violência ao cenário amazônico não causaram apenas luto. Provocaram também indignação. E ela é motivo suficiente para renovar a esperança.

Fukushima reabriu o debate sobre os perigos da geração nuclear e, sob pressão popular, vários países decidiram cancelar seus programas nucleares. Dilma Roussef segue calada sobre o assunto. Mas seu governo deu indicações de que arquivou os planos de construir quatro novas usinas no Nordeste – embora insistindo em manter as obras de terceira usina em Angra dos Reis.

E o embate em torno do Código Florestal não só trouxe de volta ao centro das atenções do Brasil o debate sobre o futuro de nossas florestas, como fez com que os brasileiros que sabem da importância da biodiversidade para a manutenção dos nossos recursos naturais e para o futuro de nossa agricultura se manifestassem em favor de sua proteção.

Foram eles que engrossaram o coro pela suspensão imediata das obras de Angra 3 e mostraram que o país não concorda com a visão ruralista de transformar o Brasil numa nação sem florestas. Muitos aderiram aos canais digitais de mobilização do Greenpeace nos últimos meses para defender nossa qualidade de vida e o nosso ambiente.

No twitter, de janeiro para cá, conseguimos mais 73% de seguidores. Hoje, somos 273 mil pessoas usando nossos celulares para berrar contra as tentativas de destruir nossas florestas ou plantar usinas nucleares no país. No Facebook, dobramos a audiência para 33 mil pessoas. A nossa base de ciberativistas também cresceu, pulando para 395 mil.

São esses números e as reações contra as tentativas de fazer o país andar para trás que renovam nossas esperanças no dia do meio ambiente. A disputa em torno do futuro de nossas florestas não terminou. Ela ainda precisa passar pelo Senado. E a decisão do governo de cancelar a expansão do nosso parque nuclear é um eloquente indício de que Angra 3 também pode ser suspensa.

O que é preciso é não baixar a guarda e manter a pressão. Se o passado recente nos diz alguma coisa, é que o Greenpeace não está sozinho neste desafio de fazer o Brasil um país verde e limpo. Por isso, vamos seguir adiante nesse embate com nossas esperanças renovadas. Por isso, não use o dia 5 de junho para ficar triste, mas para redobrar o ânimo.

E aproveite para dar um presente ao planeta contribuindo com o Greenpeace . Não aceitamos contribuição de empresas ou governos. São as doações de brasileiros indignados com o que acontece e esperançosos como nós com o futuro que garantem a nossa capacidade de agir e mobilizar a reação popular em favor do meio ambiente.

sábado, 28 de maio de 2011

Tecnologia na Educação



Em um mundo cada vez mais globalizado e com profundas transformações tecnológicas, o educador precisa se atualizar com as novas ferramentas que a cada dia invade a vida dos nossos alunos.
A introdução das denominadas “novas tecnologias” têm sido fruto de debate em vários setores da educação pública e privada, alguns educadores são radicalmente contra por acharem que essas ferramentas causam “certo comodismo” entre professores e alunos, por encontrarem tudo pronto, principalmente na internet. Por outro lado, um grupo cada vez maior de educadores se dedica a pesquisar alternativas que possibilitem a introdução das novas tecnologias nas salas de aula como instrumentos que venham a facilitar o aprendizado dos estudantes.
Fica claro que o educador que não se reciclar e não buscar conhecer as novas tecnologias, será considerado pelo mercado de trabalho com sendo atrasado, não por que não tenha capacidade, mais por não buscarem se atualizar e se desenvolver em um cenário extremante dinâmico como o vivido no mundo atual, principalmente pelos jovens e adolescentes.
O Professor moderno precisa ser capacitado, especializado, disciplinado, bem pago e acima de tudo, atualizado com a velocidade e a evolução tecnológica do mundo atual.

Professor Paulo César Gomes
Serra Talhada, maio de 2011

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

  Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...