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quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Pajaracas.com: Lançamento do livro D.Gritos
Pajaracas.com: Lançamento do livro D.Gritos: Matéria por: Raquel Rocha Na última sexta-feira (02/08), o bar Ponto de Encontro, em Salgueiro, recebeu Paulo César Gomes, autor d...
domingo, 4 de agosto de 2013
Autor lança livro da banda D.Gritos
Ocorreu nessa sexta-feira (02), o lançamento do livro D.Gritos: do Sonho à Tragédia foi lançado, a história da maior banda de rock do Sertão Pernambucano. O evento foi às 20 h, no Restaurante Ponto de Encontro em Salgueiro.
Escrito pelo professor e historiador Paulo César Gomes, a obra D.Gritos: do Sonho à Tragédia, conta a trajetória da banda, nascida em 1985 e acabou de forma trágica em 1993. A morte do cantor Ricardo Rocha, eletrocutado enquanto cantava em plena Praça Sérgio Magalhães, marca, paradoxalmente, o ponto alto da obra.
Além disso, a obra conta as diversas histórias da banda que marcou os anos 80. “As pessoas acabam esquecendo daquilo que contribuiu para cultura local” comentou Paulo César Gomes. “Para mim escrever sobre a D.Gritos significou um resgatar parte da história esquecida da nossa memória histórica”.
Para confecção do trabalho, o escritor ouviu ex-integrantes da banda, familiares e amigos. O livro contém aproximadamente 80 fotos, recortes de jornais e cerca de 50 letras de músicas inéditas.
Jorge Stanley, um dos integrantes da Banda D.Gritos, afirma que está lisonjeado com a obra. “Há coisas no livro que nem eu mesmo lembrava. Fiquei surpreso pelo reconhecimento do nosso trabalho 20 anos depois” exclama o músico.
Fonte: Redação SG10
MEMÓRIAS: E quem não se lembra do saudoso Comercial de ST? O alvirrubro do sertão!
Paulo César Gomes é professor e escritor
O Comercial Esporte Clube (CEC) foi fundado em 13 de março de 1973, em Serra Talhada, no mesmo período em que estava sendo construido o estádio municipal Nildo Pereira de Menezes, O Pereirão. O alvirubro (branco e vermelho) do sertão iniciou suas atividades esportiva como time amador, durante essa fase o ASCA – Associação Serra-talhadense de Cultura de Atletismo, time mantido por alguns comerciantes da cidade, foi o seu grande rival. Somente em 1979 o clube passou a ser profissional.
Sua primeira grande competição foi o Torneio Início, o que corresponde a atual segunda divisão (Série A2) do estado, onde sagrou-se vice-campeão. A conquista garantiu ao clube o direito de disputar a Primeira Divisão do Campeonato Pernambucano do ano seguinte.
A estréia na “primeirona” foi marcada por uma grande surpresa, pois o Comercial conseguiu arrancar um empate contra o Náutico de 1×1 dentro dos Aflitos, a partida foi realizada no dia 7 de junho de 1980 e o gol sertanejo foi marcado pelo meio campista Gula. Segundo o ex-jogador esse foi um dos gols mais bonito de sua carreira. Nesse jogo o comercial jogou com a seguinte formação: Edson (goleiro), Jorge, Gilmar, Surrão, Douglas, Gula, Mimi, Toninho, Têles, Paulo Moura e Agnaldo, o técnico era Sostênes.
O Comercial ainda disputou mais três temporadas na 2ª divisão, porém, em 1983 o clube fechou as portas para a tristeza de muitos desportistas da região do Pajeú. Infelizmente, o Comercial deixou de disputar o Campeonato Pernambucano de 1983 por questões política, já que com o termino do mandato do prefeito Hildo Pereira (já falecido), irmão do ex-prefeito Nildo Pereira, o sucessor não quis mais apoiar o clube. Outro fato lamentável que ocorreu nesse mesmo ano foi a morte de Egídio Tôrres de Carvalho, um dos maiores incentivadores do Comercial e do futebol amador de Serra Talhada.
OS PERSONAGENS FAMOSOS
O Comercial possui um história curta como time profissional, no entanto, ela é extremamente marcante e cheias de personagens importantes que acabaram sendo esquecidos pela história oficial. No entanto, alguns famosos que passaram pelo clube ainda são lembrados. Um desses famosos foi o jogador Fio Maravilha, o mesmo que o cantor Jorge Ben Jor homenageou com uma canção homônima, que vestiu a camisa do clube em dois amistosos durante uma rápida passagem de férias pela cidade. Outro grande nome do futebol a passar pelo time sertanejo foi o técnico Zequinha, que como jogador se destacou jogando no Santa Cruz e no Palmeiras, além de ter sido bi-campeão mundial com a Seleção brasileira no Chile, em 1962.
Um dos maiores fãs e admiradores do Comercial foi o multi artista Arnaud Rodrigues. Quando estava na cidade, artista era presença certa no estádio “O Pereira”, sua paixão foi tão intensa que ele acabou expressando esse sentimento na letra do hino que fez para o alvirubro.
GULA, O PEQUENO NOTÁVEL
Um dos grandes nomes do Comercial foi João Mariano da Silva, ou simplesmente, Gula, um baixinho de toque refinado, desfilou seu futebol pelos gramados de Pernambuco, Alagoas, Bahia e Ceará. Em mais de vinte anos de futebol só foi expulso uma vez, já no final da carreira quando jogou pelo Serrano no campeonato da Segunda Divisão em 1996, em uma partida contra o Porto em Caruaru. Segundo ele não houve maldade na jogada, mas “o juiz era caseiro” e preferiu prejudicar o time visitante.
Mesmo com uma longa história no futebol, Gula fala com orgulho da sua passagem pelo Comercial, time pelo qual começou como juvenil, e depois foi contratado como profissional. “Não existiu torcida mais animada do que a do comercial. Nenhuma torcida (Ferroviário, Serrano e Serra Talhada) conseguiu superar a do Comercial” desabafa o ex-jogador.
Entre os jogos mais marcantes da sua vida Gula destaca o primeiro jogo contra o Náutico, quando fez o gol de empate, e quando C.E.C. enfrentou a seleção pernambucana e venceu por 2 x 1, nessa partida ele fez os dois gols. Por toda a sua humildade, solidariedade e dedicação ao futebol e ao Comercial, Gula é considerado por muitos como um dos maiores jogadores da sua geração.
Caros amigos (as) faroleiros (as), esse é um pequeno resumo do meu mais novo trabalho de pesquisa que será publicado em 2014. Em breve estarei entrevistando ex-jogadores como Colorado, Paulo Moura, Mimi, Surrão, Bria, Nêgo, Gilmar, Beto e outros importantes personagens dessa belíssima história. Aos interessados em contribuir com esse trabalho e que queiram enviar depoimentos, fotos ou recortes de jornais é só entrar em contato pelo e-mail pcgomes-st@bol.com.br.
Um forte abraço a todos e a todas e até a próxima!
P.S.: Esse texto é dedicado ao grande faroleiro e ex-aluno Matheus Magalhães que recentemente sofreu uma grande perca familiar. Mas que com a graça de Deus irá ressurgir das cinzas tão qual uma fênix para tocar a sua vida e ajudar a sua família nesse momento tão difícil.
sábado, 3 de agosto de 2013
OPINIÃO: Carlos Evandro foi realmente o melhor prefeito da história de ST?
Por Paulo César Gomes, professor e escritor
Há pouco mais de um ano o que mais se ouvia em Serra Talhada era a propaganda que dizia que Carlos Evandro era o melhor prefeito da história da cidade. É bem verdade que havia um certo exagero nesse discurso, no entanto a população acreditou na ideia e acabou elegendo Luciano Duque, que foi apoiado por Carlos, para prefeito. É importante ressaltar que o ex-prefeito, na época aliado dos deputados Inocêncio Oliveira e Sebastião Oliveira, não encontrou qualquer rastro de oposição no caminho durante os seus oito anos de mandato.
Mas agora, passados os momentos efervescentes da campanha eleitoral, o cidadão serra-talhadense se depara com uma triste realidade, a de que Carlão não foi um gestor tão responsável como se dizia. Um exemplo disso foi que o ex-prefeito deixou de repassar cerca de R$ 4 milhões ao Instituto de Previdência Própria (IPPST). O débito é referente a 13 meses de aportes atrasados. Sem contar que ele deixou a prefeitura com o caixa praticamente zero, o que fez com que o atual prefeito tivesse problemas no pagamento de salários de alguns servidores.
Na verdade, Luciano Duque salvou a imagem de Carlos Evandro, uma sorte que faltou a Augusto César, Tião Oliveira e Geni Pereira que não conseguiram fazer os seus sucessores e acabaram entrando na lista dos “gestores desorganizados”. A fidelidade e os compromissos políticos de Luciano com Carlos o impedem de dizer claramente a real situação financeira da Prefeitura Municipal. No entanto, o mesmo já deu sinais de que a coisa é seria e que é preciso “cortar gastos” para pode equilibrar as contas públicas. Por tudo isso e por mais algumas outras é que surgi a seguinte pergunta: Será que Carlos Evandro foi realmente o melhor prefeito da história de Serra Talhada?
Um forte abraço a todos e a todas e até a próxima!
Publicado no site Farol de Notícias de Serra Talhada, 01 de agosto de 2013.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Lançamento do livro sobre a banda D.Gritos em Salgueiro
Será lançado nesta sexta-feira (02/08) o livro sobre a banda D.Gritos em Salgueiro, a terra natal do falecido vocalista da banda Ricardo Rocha e onde reside o ex-baterista Jorge Stanley. O evento ocorrerá no restaurante Ponto de Encontro a partir das 20 h. Segundo o professor e escritor Paulo César Gomes “o lançamento na cidade de Salgueiro tem um sabor especial, pois foi nela que a banda ganhou o seu mais importante prêmio, o Festival de Música Popular em 1988, e onde possui o grande número de fãs”.
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