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Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em
sábado, 24 de agosto de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
MOÇÃO DE APOIO AO PL 4699 - DIRETORIA NACIONAL DA ANPUH
A Diretoria da ANPUH - Brasil vem se manifestar, mais uma vez, a respeito
da tramitação do Projeto de Lei 4699 que regulamenta a profissão de
Historiador. A demanda por uma lei deste tipo é antiga e se justifica com
base em dois argumentos principais: a necessidade de criar condições legais
para contratação de historiadores em órgãos públicos, como arquivos,
bibliotecas, museus, instituições de preservação cultural etc; e a intenção
de evitar que pessoas sem formação específica lecionem a disciplina
História no Ensino Fundamental e Médio.
Cabe destacar que a partir de julho passado, quando o Projeto passou a ter
reais possibilidades de ser aprovado, avolumaram-se as manifestações
contrárias, provenientes de entidades nacionais (Sociedade Brasileira para
o Progresso da Ciência, Sociedade Brasileira de História da Educação,
Sociedade Brasileira de História da Ciência, Comitê Brasileiro de História
da Arte) e internacionais (Société dHistoire et dÉpistémologie des
Sciences du Langague e Royal Historical Society) que apelam aos
legisladores brasileiros para não aprovarem o Projeto. A ANPUH, sempre
disposta ao debate franco e democrático, tem explicitado as razões que
motivaram a iniciativa, em reuniões com diversas associações, com o intuito
de buscar o diálogo e dirimir possíveis dúvidas.
Temos insistido que a mobilização em favor da lei não é movida por outros
interesses, como apontam, injustamente, alguns dos críticos do projeto. Não
há a intenção de garantir privilégios indevidos para ninguém, mas,
valorizar a importância da formação universitária especializada para
profissionais de História. Tampouco existe o propósito de controlar uma
área de conhecimento que todos desejam seja livre e, muito menos, nós
historiadores profissionais principais interessados em garantir a
liberdade pretenderíamos o contrário. Que fique claro: a lei não prevê
Conselhos profissionais nem formas parecidas e nenhuma entidade vai
controlar a profissão. Da mesma forma é importante explicitar, de forma
clara e inequívoca, que o Projeto não tem qualquer pretensão de regular o
mercado editorial: qualquer pessoa tem, como sempre teve e continuará
tendo, o direito de pesquisar, escrever e publicar trabalhos que tratem de
temas, questões, lugares, eventos, personagens ou qualquer aspecto ligado à
História. Apresentar a proposta como cerceadora desse tipo de atividade é
desconhecer completamente o intuito da regulamentação. Aliás, parece que
alguns críticos não leram o texto da lei, enquanto seria recomendável que
todos o fizessem.
Nas últimas semanas, algumas entidades internacionais têm se manifestado
contra o projeto, com base em sua experiência e realidade nacional. Embora
respeitemos todas as opiniões, entendemos que não se pode perder de vista
as peculiaridades brasileiras. Nestas plagas, o Estado tradicionalmente
interfere nas relações de trabalho e regula uma série de atividades
profissionais, com resultados nem sempre negativos. Existem leis regulando
as profissões de Sociólogo e Museólogo, por exemplo. Se uma lei desse tipo
é necessária para que órgãos públicos possam fazer concursos para
historiadores, por que ser contra?
A Diretoria da ANPUH defende com vigor a necessidade da lei, não obstante,
está aberta ao diálogo com todos os interessados nas questões relativas às
atividades dos historiadores. Entendemos que iniciativas voltadas ao
aperfeiçoamento do projeto podem ser benéficas, desde que não impliquem
retrocesso grave na sua tramitação parlamentar.
Portanto, é com este intuito que vimos solicitar a manifestação de seu
apoio à iniciativa de regulamentar a profissão de Historiador.
Assine nossa Petição Pública PELA APROVAÇÃO IMEDIATA DO PROJETO DE LEI
4699/2012 - http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N43417
da tramitação do Projeto de Lei 4699 que regulamenta a profissão de
Historiador. A demanda por uma lei deste tipo é antiga e se justifica com
base em dois argumentos principais: a necessidade de criar condições legais
para contratação de historiadores em órgãos públicos, como arquivos,
bibliotecas, museus, instituições de preservação cultural etc; e a intenção
de evitar que pessoas sem formação específica lecionem a disciplina
História no Ensino Fundamental e Médio.
Cabe destacar que a partir de julho passado, quando o Projeto passou a ter
reais possibilidades de ser aprovado, avolumaram-se as manifestações
contrárias, provenientes de entidades nacionais (Sociedade Brasileira para
o Progresso da Ciência, Sociedade Brasileira de História da Educação,
Sociedade Brasileira de História da Ciência, Comitê Brasileiro de História
da Arte) e internacionais (Société dHistoire et dÉpistémologie des
Sciences du Langague e Royal Historical Society) que apelam aos
legisladores brasileiros para não aprovarem o Projeto. A ANPUH, sempre
disposta ao debate franco e democrático, tem explicitado as razões que
motivaram a iniciativa, em reuniões com diversas associações, com o intuito
de buscar o diálogo e dirimir possíveis dúvidas.
Temos insistido que a mobilização em favor da lei não é movida por outros
interesses, como apontam, injustamente, alguns dos críticos do projeto. Não
há a intenção de garantir privilégios indevidos para ninguém, mas,
valorizar a importância da formação universitária especializada para
profissionais de História. Tampouco existe o propósito de controlar uma
área de conhecimento que todos desejam seja livre e, muito menos, nós
historiadores profissionais principais interessados em garantir a
liberdade pretenderíamos o contrário. Que fique claro: a lei não prevê
Conselhos profissionais nem formas parecidas e nenhuma entidade vai
controlar a profissão. Da mesma forma é importante explicitar, de forma
clara e inequívoca, que o Projeto não tem qualquer pretensão de regular o
mercado editorial: qualquer pessoa tem, como sempre teve e continuará
tendo, o direito de pesquisar, escrever e publicar trabalhos que tratem de
temas, questões, lugares, eventos, personagens ou qualquer aspecto ligado à
História. Apresentar a proposta como cerceadora desse tipo de atividade é
desconhecer completamente o intuito da regulamentação. Aliás, parece que
alguns críticos não leram o texto da lei, enquanto seria recomendável que
todos o fizessem.
Nas últimas semanas, algumas entidades internacionais têm se manifestado
contra o projeto, com base em sua experiência e realidade nacional. Embora
respeitemos todas as opiniões, entendemos que não se pode perder de vista
as peculiaridades brasileiras. Nestas plagas, o Estado tradicionalmente
interfere nas relações de trabalho e regula uma série de atividades
profissionais, com resultados nem sempre negativos. Existem leis regulando
as profissões de Sociólogo e Museólogo, por exemplo. Se uma lei desse tipo
é necessária para que órgãos públicos possam fazer concursos para
historiadores, por que ser contra?
A Diretoria da ANPUH defende com vigor a necessidade da lei, não obstante,
está aberta ao diálogo com todos os interessados nas questões relativas às
atividades dos historiadores. Entendemos que iniciativas voltadas ao
aperfeiçoamento do projeto podem ser benéficas, desde que não impliquem
retrocesso grave na sua tramitação parlamentar.
Portanto, é com este intuito que vimos solicitar a manifestação de seu
apoio à iniciativa de regulamentar a profissão de Historiador.
Assine nossa Petição Pública PELA APROVAÇÃO IMEDIATA DO PROJETO DE LEI
4699/2012 - http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N43417
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
FESTA DE SETEMBRO: Banda D.Gritos começa a se preparar para gravação de DVD
A banda D.Gritos, que marcou a história do rock em Serra Talhada e na região na década de 1990, retorna em grande estilo com a gravação de um DVD no próximo dia 30 de agosto, no palco cultural da Festa da Padroeira da Capital do Xaxado. O grupo começará os ensaios na semana que antecede a apresentação e já definiu o repertório do show, que terá 16 músicas e muitas surpresas. Entre elas, uma homenagem ao músico Ricardo Rocha, um dos líderes do grupo que morreu há 20 anos durante a abertura da Festa de Setembro.
A gravação do primeiro DVD da banda promete atrair um público gigantesco de fãs. A história dos D’Gritos está eternizada em vários sucessos do grupo. Muitas canções se perpetuaram ficando plantadas na mente na nova geração de roqueiros da cidade. Além disso, o sucesso e a tragédia que marcaram a banda foram parar nas páginas do livro D.Gritos – do Sonho à Tragédia, do escritor Paulo César Gomes. A gravação do DVD dos D.Gritos, certamente, será um dos pontos altos da Festa de Setembro.
A omissão do governo e a apatia da população fizeram da PE-365 a rodovia da morte
Por Paulo Cesar
A cada ano que se passar dezenas de vidas são ceifadas ou pessoas ficam mutiladas em tragédias que acontecem na PE-365. A maioria dos acidentes fatais ocorre em virtude da buraqueira e da falta de acostamento, ausência de sinalização e da imprudência de alguns condutores que trafegam pela rodovia. Não existe uma estátistica oficial, mas seguramente essa é uma das rodovias estaduais que mais matam no estado, o que nos leva a denomina lá de a rodovia da morte.
Já virou rotina na região às notícias de acidente na estrada – que possui pouco mais de 30 km – que liga o município de Serra Talhada às cidades de Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo, além de dar acesso ao estado da Paraíba. Muitos acidentes são causados por motoristas que dirigem em alta velocidade, por direção perigosa, por ultrapassagem em trechos proibidos e por embriaguez ao volante. Esses tipos de acidentes seriam evitados se existissem blitz da polícia militar com mais frequência ao longo da PE.
Por outro lado, é importante que se destaque a omissão do estado que não realiza reparos na pista há anos, nem tampouco colocou “guard rail” (mureta de segurança) em trechos em declives e sinuosos, além de placas de sinalização em áreas de risco. Sem falar que até hoje, nenhum deputado, prefeito ou vereador da região se manifestou publicamente sobre assunto. Até parece que os acidentes e as mortes são fatos normais ou que fazem parte da cultura da região.
Corrobora para isso também o silêncio da sociedade civil organizada, como igrejas, sindicatos, associações e a OAB que não desencadeiam uma campanha regional pedido providência do governador do estado, Eduardo Campos (PSB), e do secretário estadual de transportes, Isaltino Nascimento (PT). Em quanto à omissão e à imprudência forem às marcas registradas da PE-365 muitas vidas ainda serão perdidas ao longo dessa que é a rodovia da morte!
Um forte abraço a todos e a todas e até a próxima!
PS: Por que ao invés da Prefeitura Municipal ter repassado R$ 100 mil com autorização da Câmara de Vereadores, para a realização da 14ª Expossera, não deixou para aplicar na Festa de Setembro? Afinal de contas, é melhor investir em um evento privado ou aposta na valorização e na estruturação da cultura da cidade?
Publicado no site Farol de Notícias de Serra Talhada, em 18 de agosto de 2013.
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