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Veja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc

Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em

sábado, 14 de novembro de 2009

Meta de despoluição do Brasil é a mais radical entre emergentes

O Brasil vai levar para a Conferência do Clima de Copenhague (Cop 15) o compromisso de reduzir suas emissões de gases que provocam o aquecimento global entre 36,1% e 38,9% em relação ao que o País emitiria em 2020 se nada fosse feito. Na prática, a redução anunciada resultará na diminuição do lançamento para a atmosfera de cerca de 300 milhões de toneladas de gases de efeito estufa em relação ao que o País emitiu em 2005 - o que representa uma queda de 15% no período. A meta é menos ambiciosa proporcionalmente do que a do Estado de São Paulo, que adotou uma lei que prevê redução de 20% nas emissões até 2020, em relação a 2005.No cenário internacional, porém, o compromisso brasileiro é, até agora, o mais audacioso dos países em desenvolvimento. A China já anunciou diversas ações para reduzir suas emissões, mas ainda não falou em números. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que 'o esforço chinês é significativo, mas está na faixa de 16%, 17%'. E a Índia defende que tem o direito de poluir para crescer.
(Informações de O Estado de S.Paulo)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

FOTOS DO DEBATE REALIZADO ENTRE OS ESTUDANTES DA ESCOLA ANTÔNIO TIMÓTEO











Participaram do debate os estudantes Gustavo, Daiane e Daniele. Eles debateram as ideais e propostas para o cargo de Parlamentar Jovem. A eleição será realizada no próximo dia 20/11.




quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Desmatamento na Amazônia é o menor dos últimos 21 anos, anuncia Lula

Dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam uma redução de 45% no desmatamento registrado nos Estados que integram a Amazônia Legal. É a menor taxa desde o início da série histórica de medição, em 1988.Em 2008, foram 12.911 quilômetros desmatados, enquanto neste ano a estimativa é de que a destruição da floresta seja de 7 mil quilômetros quadrados, o menor índice já registrado pelo governo em 21 anos de monitoramento.
O número faz parte da base de dados do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) do Inpe referente a 2009. A margem de erro é de 10%, e os números finais devem ser consolidados em março do próximo ano.
O levantamento foi divulgado durante cerimônia acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e por demais ministros do governo, além de governadores e prefeitos de 43 municípios que fazem parte da região atendida pelo governo.
Responsável por apresentar os números, considerados altamente positivos pelo governo, o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, destacou a redução obtida a partir do programa "Arco Verde Terra Legal" do governo: “Esse número representa a menor taxa de desmatamento já mapeada. Pelo menos desde 1988, quando o Inpe começou a fazer o levantamento", disse.
Desde 1988, o Inpe utiliza o Prodes para estimar a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando ocorre a retirada total da cobertura florestal. Não registra as derrubadas parciais da floresta resultantes de queimadas e de extração seletiva de madeira.Queda substancial
O número, que superou as expectativas do governo – que previa 9 mil km² – foi divulgado hoje (12) pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara. “É uma queda substancial. De longe a menor [taxa] desde que o Inpe começou a observação”, afirmou durante apresentação dos dados.A taxa é calculada pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso. O menor índice registrado até agora era o de 1991, quando os satélites identificaram 11,03 km².Em relação ao período anterior (agosto de 2007 a julho de 2008), quando o desmatamento atingiu 12,9 km², a queda foi de 45%.“É um momento de muita alegria constatar que o esforço da sociedade brasileira de conter o desmatamento da Amazônia chegou a um nível muito satisfatório”, afirmou Câmara.O Inpe registrou queda em quase todos os Estados da Amazônia. Em Mato Grosso e no Pará, tradicionalmente líderes dos rankings de desmatamento mensais, a queda foi de 65% e 35%, respectivamente. Em Rondônia, a queda foi de 55%.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Processo contra Lampião a Comarca de Flores-PE e no Rio Grande Norte
















Download: Processo e pronuncia contra Lampião em Dores/SE

Atenção senhores pesquisadores eis aí o link para o Tribunal de justiça de Sergipe que em alusão aos 25 anos do seu arquivo judiciário digitalizou documentos que ajudam a contar a história do menor estado da federação. Dentre estes eles disponibilizaram para download ou apreciação o processo movido pela comarca de Capela contra o Rei do cangaço por ter assassinado o jovem Elpídio na cidade de N. Senhora das Dores. É uma peça de 60 páginas em PDF que tem início 17/10/1931 e concluido em 10/01/1932. além da Pronuncia com duas páginas. Entenda-se por concluida a elaboração, pois prisão mesmo... nunca foi possível.É a reprodução digital de um rico material da época que agradecemos e louvamos a atitude dos servidores do órgão e fazemos questão de compartilhar com nossos "rastejadores".Obs. geralmente demora um pouco para abrir, mesmo com boa conexão. Ah e preparem-se para queimar as pestanas pois a caligrafia do escrivão é clássica. PROCESSO: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/images/stories/file/Processo-Lampião.pdf PRONUNCIA: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/images/stories/file/Pronúncia-Lampião.pdf Conheçam demais conteúdos do Tribunal: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/index.php?option=com_content&task=view&id=21&Itemid=34

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

FOTO DA TRILHA ECOLÓGICA DO COLÉGIO FRANCISCO MENDES

Capitação: Matheus Magalhães e Matheus Ramos - 8a. Série

Buraco sobre a Antártica acaba de bater dois recordes


O buraco na camada de ozônio sobre a Antártica acaba de bater dois recordes, um em tamanho e outro em profundidade. O anúncio foi feito por cientistas das agências espacial (Nasa) e oceânica e atmosférica (Noaa), do governo norte-americano.“De 21 a 30 de setembro, a área média do buraco de ozônio foi a maior até hoje observada, com 27,4 milhões de quilômetros quadrados”, disse Paul Newman, do Centro de Vôo Espacial Goddard, da Nasa, em comunicado da instituição. A medição foi feita a partir de dados colhidos pelo satélite Aura, da Nasa, que monitora o total de ozônio sobre o continente antártico da superfície até a atmosfera superior. Paralelamente, pesquisadores do Laboratório de Pesquisa em Sistemas Terrestres, da Noaa, usaram balões para medir o ozônio diretamente sobre o pólo Sul. No dia 9 de outubro, a coluna total de ozônio despencou de 300 DU para 93 DU – as unidades dobson (DU) medem o conteúdo total de ozônio integrado numa coluna atmosférica. Outro dado importante registrado pelos instrumentos nos balões foi que quase todo o ozônio na faixa entre 12,8 e 21 quilômetros de altitude estava destruído – foi verificado um recorde negativo de apenas 1,2 DU. “Esses números indicam que o ozônio simplesmente sumiu dessa camada da atmosfera”, disse David Hofmann, diretor da Divisão de Monitoramento Global da Noaa. “A faixa danificada tem apresentado este ano uma extensão incomum, o que nos leva a estimar que o buraco de ozônio em 2006 será o maior já registrado”. Segundo a Nasa, instrumentos a bordo do satélite Aura mediram níveis extremamente altos de clorofluorcarbonos (CFC) na atmosfera baixa, a cerca de 20 quilômetros de altitude. Os elevados níveis de CFC foram observados sobre toda a Antártica na última quinzena de setembro, acompanhados de valores muito baixos de ozônio. Diferenças de temperatura na estratosfera sobre o continente antártico provocam variações no buraco do ozônio. Temperaturas mais frias do que a média resultam em maiores tamanho e profundidade no buraco. Segundo a Noaa, no fim de setembro as temperaturas registradas nas camadas inferiores da estratosfera sobre a Antártica foram em média 12,7ºC menores do que no mesmo período em anos anteriores, o que resultou em aumento de aproximadamente 3,5 milhões de quilômetros no buraco de ozônio. Efeito estufaComo resultado de medidas para redução da emissão de gases que causam efeito estufa a partir do Protocolo de Montreal, assinado por 46 países em 1987, as concentrações de substâncias responsáveis pela destruição da camada de ozônio têm diminuído na atmosfera. Segundo a Nasa, após o pico em 1995, os valores têm diminuído desde então, tanto na troposfera (camada que se estende da superfície da Terra até a estratosfera) quanto na estratosfera (segunda camada da atmosfera). O problema é que os compostos químicos que destroem o ozônio podem permanecer na atmosfera por mais de 40 anos. Em conseqüência, os cientistas apontam uma redução muito lenta no buraco na camada de ozônio, de cerca de 0,1% a 0,2% anualmente nos próximos cinco a dez anos. Essas diminuições podem sofrer variações dependendo de flutuações nas condições climáticas na Antártica, como a ocorrida agora.

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

  Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...