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Veja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

VIAGEM AO PASSADO: O que mudou na Rua dos Correios dos anos 40 até os dias atuais? Dê a sua opinião!

Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e colunista do Farol

Com intuito de concluir a minha dissertação de mestrado, História, Memória e Fotografia: Um Olhar sobre a Modernidade  na Cidade de Serra Talhada – PE (1940 – 1980), que tem como objetivo abordar os aspectos do cotidiano e do processo de modernização, que visa entre outras coisas, o resgate da memória da cidade, publicaremos nos próximos meses aqui noFAROL, algumas preciosidades fotográficas que revelavam essa face esquecida de Serra Talhada.

Lamentavelmente os autores das fotos são desconhecidos. A foto abaixo é da atual Rua Cornélio Soares, provavelmente na década de 40, onde podemos verificar o prédio agência dos Correios e Telégrafos, construído em 1932. As pessoas que quiseram contribuir para a pesquisa com fotos da cidade das décadas acima citadas devem entrar em contato pelo e-mail: pcgomes-st@bol.com.br .

Um forte abraço e até a próxima!
ANTES
rua dso correios
DEPOIS
rua dos correios 2
Foto: Alejandro García 

OPINIÃO: Paulo Câmara atua nos bastidores para fortalecer Victor e construir a sua reeleição com ajuda de Duque

Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e colunista do Farol

Mais uma vez o futuro político passa pelo Palácio do Campo das Princesas. Em 2012, o então governador Eduardo Campos, apostou todas as suas fichas no atual Secretário de Transporte, Sebastião Oliveira, no entanto, a boa avaliação da gestão Carlos Evandro levou Luciano Duque a ser eleito.

Passados quatros anos, Paulo Câmara tentar repetir Campos e investe pesado para consolidar o palanque do neto do ex-deputado Inocêncio Oliveira. Nesse processo de engenharia, coordenado por Sebastião Oliveira, o palácio já conseguiu atrair para a pré-candidatura de Victor Oliveira, Marquinhos Dantas (Solidariedade) e o PMDB de Duquinho.

O estranho é que até bem pouco tempo o Palácio articulava uma aliança de Luciano com Sebastião, e agora buscar fazer o contrário. Talvez na cabeça de Paulo Câmara o ideal seja ter dois palanques fortes em Serra Talhada durante a sua reeleição.

Isso porque Luciano Duque é um grande simpatizante do governador. Vale lembrar que em 2014 Paulo Câmara perdeu para Armado Monteiro na cidade.

Agora fica no ar sensação de que até as convenções o governador do estado ainda vai interferir no processo local, sendo que a bola da vez passar a ser Dr. Nena (PTB), isso porque o médico tem sintonia no discurso anti PT pregado pelo PSB e diferente do de Armado Monteiro, líder do partido de Nena, que é parceiro do PT no estado. O projeto de hegemonia política pregado pelo Palácio poderá levar a eleição municipal a ser escrita com outra grafia, restar saber ser a cor da tinta condiz com a ética e a necessidade real da população.

Um forte abraço e até a próxima!

VIAGEM AO PASSADO: Na década de 80, o Bar Flutuante fez história e atraiu turistas em Serra Talhada

Por Paulo César Gomes
flutuante
O informativo Correio do Pajeú, de julho de 2016, organizado pelo Grupo de Amigos de Serra Talhada, trás uma foto rara do “Bar Flutuante”, um dos points da cidade nos anos 80.

O bar foi construído dentro do açude da Borborema aos moldes das palafitas, ideia dos proprietários, Joãozinho Ignácio e sua esposa Vilma, que se inspiraram em moradias que encontraram no estado do Pará. O Flutuante era frequentado por boa parte da sociedade serra-talhadense da época. O local tornou-se bastante popular após servir de cenário para uma reportagem do programa Globo Repórter.

Em julho do ano passado o bar foi tema da série de reportagens “Histórias Perdidas”, publicadas aqui no FAROL, e posteriormente reproduzida no livro “Histórias Perdidas: Um regaste da memória esquecida da cidade através de textos, fotografias e depoimentos”. A foto em destaque foi publicada no livro: Série de Monografias Municipais de 1982. Leia matéria sobre o Flutuante-http://faroldenoticias.com.br/historia-esquecida-em-serra-talhada-o-bar-flutuante-virou-ponto-turistico-na-decada-de-80/

OPINIÃO: A ‘dança’ dos vices, o anúncio do nome do PMDB e a bomba que deve estourar até semana que vem em Serra Talhada

Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e colunista do Farol

A proximidade do início oficial da campanha eleitoral está acelerando as definições dos nomes para compor as vagas de candidato a vice-prefeito. Márcio Oliveira em breve deve ser anunciado como companheiro de chapa do prefeito Luciano Duque. Mesmo com as restrições feitas por algumas “cabeças pensantes” da equipe ao nome do vereador – as cabeças acham que ele é sereno e ponderado demais e por isso não iria somar.

Duque vai cumprir com a palavra dado no passado e ratificar Oliveira na chapa. Um detalhe que confirma a certeza da indicação é o fato de que o vereador já está repassando a sua base eleitoral para o tio, Rafael Ignácio, que é pré-candidato a vereador.

O vice de Dr. Nena caminha para ser o professor Carlos Antônio, presidente do PMDB, que já foi secretário de Educação do município, no primeiro mandato de Carlos Evandro, e também foi diretor de duas escolas estaduais. Apesar da pressão do comando estadual do PMDB, o partida marchará na cidade com o petebista Nena Magalhães. Na chapa da esquerda, o jovem Otoni Cantarelli deverá fazer a dobradinha com Ari Amorim, do PSOL.

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A BOMBA

A grande expectativa gira em torno da confirmação do nome de Marquinhos Dantas como vice na chapa de Victor Oliveira. Caso Dantas diga sim, estaremos diante de mais uma das grandes contradições desse processo, isso porque Dantas deixou de ser vice de candidatos com mais rodagem do que Oliveira, ao mesmo tempo em que declarava não aceitar a condição de vice nessa campanha.

Outro fato a se observar a capacidade de transferência de votos de Marquinhos para Victor. Se isso se confirmar teremos uma campanha embolada entre Victor e Dr.Nena nas primeiras semanas. Depois disto, um deles deverá se desgarrar e passar a incomodar Luciano Duque.

Um forte abraço e até a próxima!

PROFISSÕES ESQUECIDAS: Em SerraTalhada, borracheiro trabalha 12 horas por dia para sustentar família, mas sofre discriminação


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Fotos: Farol de Notícias/Alejandro Garcia
Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e colunista do Farol
A Profissão Esquecida dessa semana só é valorizada quando um motorista com a situação fortuita de ter um pneu furado, seja nas ruas ou nas estradas, e ainda que tenha um estepe, um borracheiro nesse momento se torna indispensável, uma espécie de “anjo da guarda” dos motoristas. Diante disso, estivemos na companhia do polivalente Alejandro Garcia, repórter fotográfico do FAROL, buscando retratar de forma simples, a vida desses nobres profissionais.
O nosso personagem mora no bairro Vila Bela e já exerceu varias profissões, no entanto, foi como borracheiro que ele conseguiu as mínimas condições de sustentar a família. “Comecei a ser borracheiro com 12 anos, apesar das dificuldades, tenho lutado para criar o meu filho”, relata Magno Alves, de 28 anos, que trabalha em uma borracharia localizada nas proximidades do açude Borborema, periferia de Serra Talhada.
Magno trabalha em média 12 horas por dia, de domingo a domingo, “saio de 6h da manhã de casa e só voltou depois das 6h da noite se não tiver clientes na borracharia”. O borracheiro não sabe especificar quanto ganha em média por mês, já que fatura 50% por cento em cima do serviço prestado, o restante vai para o proprietário do ponto. “As vezes dar pra tira alguma coisa perto de um salário mínimo, outras vezes a coisa fica feia por dias sem serviço”, detalha Alves.
SEM RECONHECIMENTO
Apesar da crise financeira que aflige o país o setor não foi afetado, mesmo assim, a importância social dada aos profissionais ainda é pouco. Segundo Magno Alves,  a cada dez clientes, dois ou três demonstram reconhecimento pela importância da profissão. Essa desvalorização reflete-se na baixa estima de alguns borracheiros.
“Tem alguns colegas que têm vergonha de dizerem que são borracheiros, isso acontece porque a profissão não é valorizada. Muitas vezes a gente quer comprar a prazo nas lojas, mas fica sem fazer as compra porque ser borracheiro não dar o direito de ter crédito nas lojas”, desabafa o borracheiro. Magno Alves concluiu a entrevista ressaltando a sua profissão, ainda que seja só reconhecida quando as pessoas precisam, “já tirei muito motorista do prego e vi a felicidade dele e de sua família, por isso tenho muito orgulho do que faço e da minha profissão”.
Um forte abraço e até a próxima!
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BOM EXEMPLO: Voluntários mantêm viva luta em defesa dos animais em Serra Talhada e ‘sustentam’ hospital veterinário


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Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e colunista do Farol
“O essencial é invisível aos olhos. Só se ver bem com o coração” a célebre frase propagada ao mundo através do livro O Pequeno Príncipe foi o norte que nos conduziu nessa narrativa que aborda a rotina e os desafios dos voluntários da ONG Animal Feliz, trabalho que contou com a participação ímpar do repórter fotográfico do Farol de Notícias,  Alejandro J. García.
ONG ANIMAL FELIZ; SONHO QUE UMA TRAGÉDIA NÃO FOI CAPAZ DE SEPULTAR
A Animal Feliz foi criada por Ivan Rui Rodrigues, carinhosamente chamado de Neguinho, que faleceu precocemente aos 47 anos, vítima de um infarto fulminante. Enfermeiro por oficio e defensor dos animais por opção, Neguinho dedicou grande parte de sua vida a cuidar das pessoas e dos animais. A lacuna deixada por Neguinho pôs em xeque a sobrevivência de um dos seus grandes sonhos. Após a fatalidade do dia 24 de março de 2015, a responsabilidade por levantar a bandeira de defesa dos animais recaiu sobre os ombros de Daniela Barros, 46 anos, que diante a situação conclamou a sociedade a lutar pela continuidade das atividades da Animal Feliz.
Os apelos de Daniela se propagaram e alguns jovens se dispuseram a ser voluntários, um deles foi Jhonatan Alencar, 26, estudante de Engenharia Agronômica na Uast e natural de Santa Maria da Boa Vista. Ele conheceu a ONG através da academia de artes marciais que frequenta. Na época a ONG estava precisando de voluntários se não iria fechar. “Gosto muito de animais e me interessei pela ideia. Desde que participei da primeira reunião aqui no Centro de Zoonoses nunca mais parei de vir”, declara Alencar que hoje ocupa a presidência da ONG.
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Outros jovens, como os irmãos Thiago e Tamires, já fazem trabalho como voluntário desde que Neguinho ainda era vivo. “Eu sempre conheci Neguinho, éramos vizinhos. Ele sempre falou do sonho de criar uma ONG, então ele conseguiu. Esse Hospital Veterinário leva o nome dele, após o falecimento de Neguinho a gente veio com outros voluntários e começamos a trabalhar”, relata Tamires Ferreira, 22 anos, estudante o curso de Direito e vice-presidente da Animal Feliz. A rotina dos voluntários vai muito além do amor pelos animais. É preciso muita coragem para enfrentar os gigantescos desafios colocados diante desses jovens.
“A rotina é dura durante toda a semana. A gente vem duas ou três vezes na semana. À tarde e às vezes à noite. Todo final de semana e feriado a gente está aqui. A gente entra de 10h, mas não tem hora para sair. A gente ajuda na limpeza do hospital, já que não possuímos abrigo. Aplicamos a medicação que é deixada pelo veterinário. Muitos medicamentos é a ONG que compra outros são do hospital. No final de semana a gente procura os veterinários voluntários como Aldeci, Orestes e Milena.  Tudo que um veterinário faz a gente faz também, só não prescreve a medicação”, descreve a voluntária.
“Para ser voluntário não é fácil, é um trabalho difícil! Além do psicológico, por que você vê muito animal maltratado, machucado. Não adiante ser de uma ONG apenas para postar fotos no Facebook, ser voluntário por status”, desabafa a vice-presidente ao analisar a postura de alguns jovens que ainda não entenderam o papel de ser voluntário. Para ela, o voluntário precisa de muita força de vontade e amor pelo que está fazendo, “é preciso querer ver o bem do animal e ter amor a ele. Fazer a diferença. Fazer por amor”.
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Esse sentimento que envolve os jovens voluntários é algo bastante tocante, “além de ser um trabalho gratificante, você está prestando um serviço a um ser que também tem sentimentos que de alguma forma vai retribuir o que você está fazendo por ele. Acho que a gente tem que plantar o bem, colher o bem e fazer o bem. Eu não vou em casa há mais de seis meses. Já cheguei em casa chorando por não ter conseguido salvar o animal”, relata o presidente da ONG. Segundo Jhonatan além da falta de mais voluntários – hoje resumido a sete apenas, sendo que a maioria trabalho ou estuda – outros fatores dificultam o trabalho do grupo.
“Falta transporte para os voluntários se locomoverem até o hospital. A gente paga os mototaxistas do próprio bolso. Quando faltam doações a gente tem que pagar do bolso, tanto para comprar medicamentos como para pagar os táxis para resgatar animais. Falta um reboque para pet, que é um equipamento ajudaria nos resgates. As pessoas adotaram uma cultura meio ignorante, não só aqui em Serra Talhada, não adotam o animal por amor, procuram animais com pedigree. Querem apenas manter os status sociais e não pela satisfação de salvar uma vida que esta sofrendo nas ruas e que precisam de uma mão amiga, de amor e carinho”, reflete Thiago Henrique, 26 anos, que é voluntário há mais de um ano.
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“A ausência dos poderes públicos são responsáveis por tanta violência contra cães e gatos”, afirma Thiago Henrique. No hospital quantidade de animais  é rotativa, os animais resgatados ficam por no máximo por 20 dias. “Vem para o hospital onde é tratado, castrado e se não for adotado volta para a rua”. Para acabar com essa rotatividade era necessário que o abrigo para animais fosse construído, um sonho que precisa de apoio para se tornar realidade. “Um local para o abrigo provisório foi cedido pela prefeitura para a ONG. O prédio funcionava como Grupo Escolar e atendia aos moradores da vila do DNOCS (em frente ao corpo de bombeiros)”.
“A gente já cercou o espaço, só não temos há previsão de quando vamos construir. Lá vamos precisar de muitos quilos de ração e de medicamentos. Vamos precisar também de internet, de câmeras de seguranças e de contratar uma funcionária para limpar e colocar comida para eles. Além de doações em dinheiro para pagar as consultas médicas”, explicou a jovem. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, os voluntários buscam inspiração e motivação na obra do inesquecível Neguinho, uma prova disso é que a mascote da ONG é “Menina”, uma das cadelas que pertencia ao falecido enfermeiro.
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COMO AJUDAR A ONG E ADOTAR UM ANIMAL?
Para ser voluntário o processo é simples, basta entrar em contato pelo telefone (87) 9960-6482 (Jhonatan Alencar) ou pela página da ONG no Facebook. Depois disso é agendada uma reunião para dar as orientações sobre as atividades da ONG. Para resgate de animais vítimas de maus tratos ou feridos, assim como para doações de ração e medicamentos, os contatos são os mesmos.
Para adotar um animal é preciso se dirigir ao Hospital Veterinário, que fica no entro de zoonoses, de segunda a sexta, das 7 às 13 horas. Após a escolha do animal é preciso assinar um termo de adoção e deve levar os documentos pessoais e um comprovante de residência. No momento, o hospital conta com mais de 10 animais (filhotes) em condições de serem adotados.
As doações financeiras de qualquer valor para ONG Animal Feliz devem ser feitas na Conta Poupança no. 35.089-3, Variação 51, Agência 0246-1, Banco do Brasil.
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OPINIÃO: Enquanto Nena e Victor ainda não consolidaram o discurso, Duque basta não falar besteiras

Por Paulo César Gomes, Professor e escritor serra-talhadense, colunista do Farol

A pesquisa Múltipla/Farol revela alguns dados curiosos. O primeiro é que parte das intenções de votos que eram destinados para Dr. Fonseca não foram para os candidatos de oposição, e sim para o prefeito Luciano Duque. Ou seja, o prefeito demonstra ter mais coerência no discurso do que os candidatos de oposição, já que saiu de 43% para 50% após a desistência do médico republicano.

As candidaturas de Dr. Nena e Marquinhos Dantas se mantiveram estáveis, o que mostra que eles não criaram fatos novos. Algo que chamasse a atenção dos eleitores. Como Marquinhos deve ser o vice de Victor Oliveira, o seu capital eleitoral deve ser transferido para o jovem pré-candidato republicano. O que indica que provavelmente Dr. Nena Magalhães e Victor Oliveira devem aparecer empatados nas próximas pesquisas.

Para Duque ser eleito basta apenas não falar besteira e manter a serenidade diante da larga vantagem conquistada. Para Dr. Nena retomar o crescimento é preciso sepultar os discurso das velhas raposas, já que isso é uma grande contradição aja visto que ele e Augusto César são de fato velhas raposas, e conquistar novos aliados, isso significa originar o discurso e a campanha.

No caso de Victor é preciso distinguir o que é marola e o que é onda. Para que sua campanha vire onda se faz necessário a construção de um conteúdo e não somente uma imagem. Não basta ser apenas o neto de Inocêncio Oliveira ou um jovem que abandonou um projeto de vida na Europa ou São Paulo para vir morar em Serra Talhada. É preciso transformar a palavra mudança em algo acessível e compreensível, não às pessoas mais carentes, mas principalmente aos formadores de opinião e aos jovens, certamente os seguimentos chaves dessas eleições, já que eles propagam de forma direta ou indireta as informações que recebem.

Um forte abraço e até a próxima!
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