Blog com informações nas áreas do Direito, História, Geografia, Sociologia, Filosofia e Politica.
Escreva-se no meu canal
Ver essa foto no InstagramVeja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc
Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
domingo, 27 de novembro de 2016
MEMÓRIAS: Lembranças da Pedra do Curtume, em Serra Talhada e o que sobrou de um patrimônio natural
Por Paulo Cesar Gomes, para o Farol de Noticias Postado em
em Lembranças da Pedra do Curtume, em Serra Talhada e o que sobrou de um patrimônio natural
em Lembranças da Pedra do Curtume, em Serra Talhada e o que sobrou de um patrimônio natural
Foto de Paulo César Gomes
A Pedra do Curtume foi durante os anos 60, 70 e 80 uma das mais importantes áreas de lazer de Serra Talhada. Localizada do no leito do rio Pajéu, a pedra era usada por banhistas para a prática de saltos, isso porque ela possui mais de 3 metros de altura e o lago formado em seu entorno uma profundeza superior aos 2 metros.
Os freqüentadores também desfrutavam das areias existentes na área, o que tornou o local uma especial praia de água doce. Era comum encontrar ao longo desse trecho do rio vários pescadores, lavadeiras, peladeiros (jogadores de futebol) e caçadores de pássaros – jovens que usavam ‘asaprão’ para pegar passarinhos -.
No entanto, no final de 1989, foi decretado à morte da pedra do curtume quando a construtora Mendes Júnior, responsável pela obra de construção da ponte da Caxixola, usou dinamites para destruir a pedra. O objetivo da construtora era extrair pedras para serem usadas no aterro dos acessos da ponte.
O problema é que uma grande quantidade de pedras foram jogadas justamente no lago. Com receio dos perigos os banhistas foram lentamente se afastando da famosa pedra. 27 anos depois da ação criminosa da Mendes Junior, a reportagem do FAROL DE NOTÍCIASesteve no local e constatou o cenário de depredação e descaso de um dos “points” prediletos da juventude de Serra Talhada durante várias décadas.
O curioso dessa história é que em 1989 a sociedade local assistiu a destruição da pedra de forma silenciosa, não houve protesto e os órgãos públicos foram coniventes com a inexplicável mutilação de um patrimônio publico. O fato é que o Rio Pajeú, em toda a sua extensão, tem sofrido diversos tipos de agressões. Essas agressões acabam afastando as pessoas do convívio com o rio, com as suas belezas e com seus encantos.
O grande desafio dos dias atuais não se resume apenas retirada de algarobas e de cercas, mas é fazer com que a população passe redescobrir e a conviver com rio. A criar laços e sentimentos com o Pajeú. Caso contrário, o rio só será lembrado em épocas de enchentes ou através da rima de poetas e cantadores.
Fotos de Alejandro Garcia.





Links com imagens da pedra do curtume:
sábado, 26 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)
Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)
Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...
-
Flores, Pajeú, ou Pajeú de Flores como se dizia antigamente, fica na zona outrora denominada Sertão do Rodelas , capitania do rio S. Fran...
-
Modelo 1: ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS DE INFRAÇÕES DO ESTADO DE [XXXXXX] - DETRAN/XX Auto de In...
-
QUESTÕES DISSERTATIVAS DE SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA QUESTÃO 1 : João fez um testamento para deixar um dos seus 10 imóveis para seu gra...

