O polêmico filme Último Tango em Paris (Completo e dublado)
Último Tango em Paris.é um drama erótico franco-italiano de 1972 gravado em 35 mm, dirigido por Bernardo Bertolucci e estrelado por Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider.
Paul (Brando), um americano de meia-idade em Paris, em luto pela morte da mulher recém acontecida, encontra-se num apartamento anunciado para aluguel com uma jovem parisiense de espírito livre, Jeannie (Schneider), que os dois estavam interessados em alugar. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local e Paul exige que eles não troquem qualquer tipo de informação um do outro, nem seus nomes.
Para aluga o apartamento e o casal continua a encontrar-se ali até o dia em que Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro e vê que Paul desapareceu, levando suas malas. Mais tarde, ele a encontra na rua e a leva a uma casa de tangos, onde diz que pretende iniciar nova relação com ela, conhecendo-se melhor, e começa a contar-lhe sua vida. Jeannie se desilude com a perda do anonimato e rompe o relacionamento. Sem querer perdê-la, Paul a segue até o apartamento onde ela morava com a mãe, onde a relação termina em tragédia.
Sinopse: Considerado uma obra-prima cinematográfica[ e um sucesso de bilheteria mundial, a violência sexual e o caos emocional do filme levaram a uma grande polêmica internacional sobre ele, que provocou vários níveis de censura governamental ao redor do mundo.
Por Paulo César Gomes, Professor, escritor e pesquisador serra-talhadense- Foto: Arquivo Farol de Notícias/
O prefeito Luciano Duque, com a autorização da Câmara de Vereadores, acaba de cometer um crime contra a história, a memória e a cultura da cidade com a publicação da Lei nº 1.561. Uma lei que se quer foi debatida com os diversos seguimentos culturais e que acabou ferindo de morte a Casa da Cultura de Serra Talhada.
A lei positivamente avança no sentido da transparecia e da democratização. Porém, equivocadamente tira a autonomia da instituição e muda a sua personalidade jurídica. Sendo que um dos piores erros é o fato de mudar o nome. Mudar o nome de um órgão que se tornou o guardião da história e da memória da cidade. Mesmo que atualmente ela seja instituição inoperante – fruto de um embate pessoal e político -, é preciso que se destaque o legado construído pela Casa da Cultura ao longo de quase 30 anos. Foi através de inúmeras visitas apaixonantes que eu passei a tomar conhecimento de fatos e acontecimentos marcantes da cidade. Relatos que não estão em livros, até porque são raras a publicações sobre a história de Serra Talhada.
Ao trocar o nome de Fundação Casa da Cultura de Serra Talhada por Fundação Cultural de Serra Talhada, o prefeito e seus geniais assessores repetem a mesma formula já usadas com freqüência na cidade há décadas. Essa é a mesma prática que fez com que nomes de ruas e de praças fossem trocados ao bel prazer da classe política, varrendo da memória coletiva da população as suas lembranças e a sua identidade.
A verdade é que a cultura de Serra Talhada tornou-se uma disputa de “egos”, onde os espaços se tornaram “feudos”. Nessa disputa de vaidades perdemos todos, infelizmente! Não é preciso muito arrodeio para dizer que nem a Casa da Cultura e nem a Secretária de Cultura cumprem o seu papel original. Tudo que a Secretaria faz hoje, faria se fosse uma diretoria, isso porque praticamente todas as ações são realizadas através de editais, o que até uma ONG poderia fazer, basta apenas que domine as burocráticas planilhas desses excludentes editais.
A Casa da Cultura é um patrimônio cultural e afetivo de Serra Talhada, não é um bem pessoal de Tarcísio Rodrigues, de Domá, de Luciano Duque ou de qualquer outro ilustre serra-talhadense. A Casa é do povo, ela é nossa! Mudar muitas vezes é preciso, mas também se faz necessário que se adote um jeito novo de se fazer cultura. Uma cultura feita sem paixões cegas, sem vaidades e sem desejo de vingança. Uma cultura que construa e que não destrua… que não apague! Uma cultura que não propague uma espécie de “vírus” que estimula o surgimento de uma “amnésia coletiva” que leva a deformação e mutação da história e da memória de Serra Talhada.
O interior da torre da Igreja de Nossa da Penha Penha, em Serra Talhada, até então era um espaço desconhecido da maioria dos serra-talhadenses. Até o fotográfico Alejandro Garcia, com a vitalidade dos seus 72 anos, ter feito um mergulho dentro da torre, onde captou imagens inéditas. Entre elas, a do relógio e dos dois sinos que trabalham em sintonia. O curioso é que cada um dos sinos têm cravado os nomes das famílias que ajudaram na compra dos equipamentos.
As fotos fazem parte do Projeto Histórias Perdidas de Serra Talhada, idealizado por Alejandro García e Paulo César Gomes
Um caminhão
invadiu uma feira de Natal nesta segunda-feira (19) em Berlim, na Alemanha.
Segundo a polícia, há nove mortos e "muitos feridos". De acordo com a
rede CNN, são mais de 50 pessoas feridas.
Ainda não está
claro por que o caminhão saiu da avenida em que estava e entrou na área da
feira, que acontece na praça Breitscheid, perto da avenida Kurfürstendamm, na
parte Ocidental de Berlim.
A polícia
informou que uma pessoa foi presa perto do parque Tiergarten, suspeita de ser o
motorista do caminhão, e que outra pessoa que estaria no veículo morreu no
local. Após a prisão, a polícia informou que não havia mais nenhuma situação de
perigo na região da praça, mas cerca de uma hora depois disse que estava
checando "um item suspeito" numa rua ao lado da praça.
A Casa Branca
repudiou o que "parece ser um ataque terrorista" em Berlim.
Pessoa
ferida em invasão de caminhão em praça de Berlim é transportada de ambulância
de hospital (Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch).
Um vídeo
postado pelo jornal "Berliner Morgenpost"em sua página no Facebookmostra pessoas no chão, objetos destruídos no local e o caminhão
danificado.
O caminhão
entrou na feira por volta das 20h locais (17h, no horário de Brasília), quando
muitos turistas e moradores faziam compras. A praça fica ao pé da igreja Kaiser
Wilheim, parcialmente destruída na Segunda Guerra Mundial e mantida como
memorial.
Viaturas da
polícia e ambulâncias foram rapidamente para o local, conforme uma grande
operação de segurança se desdobrava. O prefeito Michael Müller, que também está
no local, disse que ainda não se sabe o motivo da invasão.
Policiais
isolam área em que caminhão entrou em feira de Natal em Berlim, na Alemanha
(Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch)
A agência de
notícias dpa afirma que foi informada pela polícia que o caso está sendo
tratado como um ataque. Mas a informação ainda não foi confirmada oficialmente.
A mídia local diz que o caminhão tinha uma placa da Polônia.
A polícia de
Berlim pediu que os moradores fiquem em casa, deixem as ruas da região livres e
não espalhem rumores nem vídeos, para não atrapalhar as investigações.
"Escutei
um barulho forte e então fui em direção à feira de Natal e vi muito caos...
muitas pessoas feridas", disse Jan Hollitzer, vice-editor do jornal
Berliner Morgenpost, à CNN. "Foi realmente traumático."
"Estamos
em luto e esperamos que os muitos feridos recebam a ajuda necessária",
disse o porta-voz da chanceler Angela Merkel, Steffen Seibert, em sua conta no
Twitter.
Árvore de
Natal é vista caída em rua de Berlim após invasão de caminhão em mercado de
Natal (Foto: REUTERS/Pawel Kopczynski)
Policiais
isolam praça com feira de Natal em Berlim que foi invadida por caminhão nesta
segunda-feira (19) (Foto: REUTERS/Fabrizio Bensch)
ANCARA — Um atirador abriu fogo em uma exibição de fotos e matou a tiros
o embaixador da Rússia na Turquia. O Kremlin confirmou que Andrei Karlov
faleceu após ser levado ao hospital e classificou o ataque de terrorista. O
diplomata fazia um comunicado em uma exibição de fotos chamada "A Rússia
vista pelos turcos" quando foi acertado pelos tiros. Uma testemunha
afirmou que o atirador gritou "Aleppo e "Vingança" após entrar
no local se passando por policial. Pouco depois, o atirador — que, segundo a
prefeitura de Ancara, era policial — foi morto pela polícia, segundo a rede
"NTV".
Imagens do momento do ataque
De acordo com a rede BBC, o atirador gritou "Não esqueça sobre
Aleppo, não esqueça sobre a Síria" antes de usar a frase islâmica
"Deus é grande". Já o "Independent" diz que ele gritou:
"Nós morremos em Aleppo, você morre aqui".
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria
Zakharova, confirmou o episódio e disse estar em contato com autoridades
turcas. Karlov tem uma longa carreira como diplomata e já ocupou o cargo de
embaixador na Coreia do Norte.
— Hoje em Ancara, como resultado de um ataque, o embaixador da Rússia na
Turquia, Andrei Gennadyevich Karlov, ficou ferido e morreu — disse a porta-voz.
— Nós consideramos este um ataque terrorista.
Andrei Karlov faz discurso antes de ser
ferido por disparos em exposição de fotografias em Ancara- Burhan Ozbilici / AP
A embaixada turca disse ao jornal "Hurriyet" acreditar que
este foi um ataque de radicais islâmicos. Segundo a "NTV", três
outras pessoas ficaram feridas. Já a unidade da rede CNN na Turquia afirma que
os tiroteios continuaram no mesmo edifício por mais um tempo, mas logo
cessaram.
Um repórter turco no local disse que os funcionários da exposição saíram
correndo na hora do ataque. O atirador mirou especificamente em Karlov. O
episódio acontece um dia antes de o ministro das Relações Exteriores turco,
Mevlüt Çavuşoğlu, viajar a Moscou para conversar com a Rússia e o Irã sobre a
grave situalção na Síria e dias depois de protestos na Turquia contra o papel
da Rússia na Síria. O Departamento de Estado dos EUA condenou o ataque contra o
embaixador.
São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém.
São Paulo, Apóstolo (5-67) nasceu em Tarso na Cilícia, próspero centro mercantil e intelectual do mundo romano. Seus pais eram judeus, mas gozavam dos privilégios da cidadania romana. Passou os primeiros anos de vida em meio da comunidade judaica e frequentou a escola da sinagoga.
Tornou-se perseguidor das primeiras comunidades cristãs, e participou do apedrejamento do apóstolo Estêvão. A caminho de Damasco, teve a visão de uma luz incandescente, e Jesus lhe indaga sobre as perseguições. No mesmo instante, ficou cego e durante três dias entregou-se às orações. A mando de Jesus, Ananias vai a seu encontro e põe a mão em sua cabeça e no mesmo instante Paulo recobra a visão e converte-se ao cristianismo.
Para reconstruir seus pensamentos, retira-se para o deserto da Arábia. Realiza diversas expedições missionárias, pregando o evangelho de Jesus Cristo. Em 44, após pregar durante três anos em Tarso, segue para Antioquia, capital da província da Síria, então a terceira cidade do império, logo após Roma e Alexandria. Nessa cidade inicia a missão entre os gentios. Foi nessa cidade que os discípulos, pela primeira vez, foram chamados cristãos.
Entre 49 e 53, São Paulo realiza sua segunda viagem missionária, entre outras cidades, vai a Macedônia, Acaia, Filipes, Atenas e Corinto. Entre 50 e 52 permanece em Corinto durante dezoito meses e funda uma comunidade cristã formada por pessoas da camada mais modesta da população. A primeira Carta aos Coríntios foi escrita em Efeso, provavelmente em 56, com o objetivo de restabelecer a unidade, advertindo que o único líder é Cristo.
Em 58, em Jerusalém, foi acusado de haver pregado contra a Lei e além de ter introduzido um gentio, no templo. Preso é enviado para Roma, onde seria julgado por um tribunal de César, mas um naufrágio interrompe a viagem. Paulo consegue permissão para ficar em prisão domiciliar.
Até o ano de 62, Paulo escreveu suas epístolas, das quais treze conseguiram sobreviver: 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, aos Gálatas, aos Filipenses, 1ª e 2ª aos Coríntios, aos Romanos, a Filemon, aos Colossenses, aos Efésios, 1ª e 2ª aos Timóteo e aos Hebreus. Nas epístolas, trata da doutrina, da ética cristã e da organização da Igreja. (Na Bíblia, as Epístolas seguem-se aos Evangelhos e aos Atos doa Apóstolos).
Em 64, após o incêndio em Roma, que recaiu sobre os cristãos, São Paulo, Apóstolo é novamente preso e levado para os arredores de Roma quando foi decapitado.
Serra Talhada é uma cidade onde
floresce inúmeras lendas e mitos, muitas das quais se confundem com a história
da própria cidade. Dentre os vários episódios que habitam o imaginário popular,
um merece destaque, a origem da capela da “Cruz da Moça”. Fanatismo, tragédia
ou só mais uma lenda urbana?
Foi com intuito de responder essas
indagações que eu e o inoxidável fotográfico, Alejandro García, adentramos pelas ruas do bairro São Cristóvão,
em busca de algumas respostas. Nosso trajeto iniciou-se pela capela da Cruz da
Moça, onde de lá partimos em busca do homem que é o responsável pela reforma e
pela chave do templo religioso.
Com base nas informações dos populares
chegamos até a casa do simpático João Faz Tudo, um senhor aposentado de 76
anos, que nos deu informações preciosas sobre a lendária capela.
A
famosa Cruz da Moça
1.1.Um crime passional que abalou a cidade
Seu João nos contou que em meados da
década de 1960, onde hoje fica localizada a movimentada Avenida Afonso
Magalhães, existia uma pequena estrada de terra cercada por várias árvores e
arbustos, que dava acesso a um chafariz que foi construído pelo ex-vereador
Saraiva de Alencar, que ficava no início da PE – 350.
Segundo ele, foi nessa estrada de terra
que em 1966, foi brutalmente assassinada a jovem Maria do Carmo, que acabou
sendo imortalizada com alcunha de “a moça”. Várias são as versões que levaram a
morte da garota, no entanto, a que prevalece é a de crime passional. Uma das
versões conhecidas é narrada pelo próprio João Faz Tudo.
“Uma senhora ficou com ciúmes da moça,
pois o seu marido havia se engraçado pela bela morena. E por essa razão ela
chamou Maria do Carmo para pegar água no chafariz e no meio do percurso
desferiu vários golpes de faca na moça, levando-a a óbito”.
No entanto, a versão oficial foi nos contada por Adeilde Gomes, dona de
casa de 60. “Maria do Carmo foi assassinada porque o seu irmão não queria
namorar a mulher que veio a cometer o crime”, nos narrou dona Adeilde. A
história foi confirmada por Joãozinho Antunes, filho de João Antunes, que foi
advogado de defesa.
O fato é que o crime repercutiu em toda a cidade, o que fez com que a
cadeia de Serra Talhada – que ficava onde hoje é localizado o Fórum –
recebesse centenas de curiosos, que queria visitar a responsável por aquele
crime bárbaro.
O julgamento foi um dos maiores acontecimentos jurídicos já registrados
na cidade até então, e em função da comoção popular, o júri acabou sendo
realizado no Clube Intermunicipal de Serra Talhada (CIST), já que o Fórum –
atual Casa da Cultura – não comportava a quantidade de pessoas.
O debate entre o promotor e o advogado
de defesa, fui muito acalorado, e mexeu com as emoções dos presentes. Em um dos
momentos mais tensos, o irmão da vítima exibiu o vestido ensangüentado usado
por Maria do Carmo no dia fatídico. Porém, apesar da pressão da opinião
pública, a ré acabou absolvida.
Segundo o filho de João Antunes, “a
defesa foi baseada na idade do pai da ré, ele, um senhor idoso que passava por
várias ruas da cidade até chegar à cadeia pública, com um prato enrolado com um
pano, no qual levava a comida da criminosa, comoveu a população e de repente as
pessoas não sabiam de quem deviam ter mais pena, se pela moça ou pelo pai da
autora do crime. O resultado final foi sete a zero, absorvendo a acusada que
posteriormente foi mora no estado da Paraíba”.
Capela
de Nossa Senhora do Carmo
1.2.De uma graça atribuída à jovem Maria do Carmo nasce
a capela da cruz da moça
Poucos dias depois do assassinato, a
família de Maria colocou uma simples cruz de madeira aonde ela havia tombado. O
local exato onde a cruz foi fincada hoje é uma esquina da Avenida Afonso
Magalhães. A singela cruz começou a atrair atenção dos moradores da cidade
ganhando maior dimensão a partir do momento em que uma senhora, por nome
Deolinda, conseguiu ter uma promessa atendida. A senhora atribuiu “a moça” a
graça alcançada.
Como forma de pagar a promessa, dona
Deolinda vendeu uma casa e comprou um terreno no alto de um serrote – cercas de
duzentos metros do local do crime – e lá construiu a “cruz da moça”. O serrote
que antes era um local cheio de pedregulho foi gradativamente sendo ocupado e
urbanizado com o passar dos anos, bem como o crescimento do fascínio que a
história da cruz da moça exerce sobre os serra-talhadenses de diversas
gerações.
Em 2011, dona Deolinda passou a
responsabilidade de cuidar da pequena capela para Seu João Faz Tudo. Foi pelas
mãos de Seu João que a capela foi reconstruída e ampliada. Foi dele (João) a
iniciativa de construir uma cruz de ferro com o nome de Nossa Senhora do Carmo
e da Moça, o aposentado também elaborou os desenhos da fachada e assentou o
piso do templo.
JOÃO FAZ TUDO: O
GUARDIÃO DA CAPELA
Ao mesmo tempo que descreveu todo o processo
de construção da nova capela, Seu João citou os nomes dos empresários que o
ajudaram na realização da obra e o de dona Conselho Lima, responsável pela
doação da energia que ilumina a capela. Para o homem que recebeu o apelido de
Faz Tudo, cuidar da capela é uma das grandes missões de sua vida.
Anualmente, mais precisamente no mês de
julho, é realizado um novenário no local. A festividade católica é acompanhada
por dezenas de fiéis dos bairros São Cristóvão e do Alto da Conceição, e de
vários grupos religiosos do centro da cidade. A missa de encerramento é
antecedida de uma procissão e a celebração fica a cargo do Padre Maciel.