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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
O Consulado e Napoleão Bonaparte
Fonte:https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/
Napoleão Bonaparte é comumente apontado como figura principal na consolidação das conquistas a serem defendidas pelo ideal revolucionário francês. Apesar da grandiosidade de seus feitos, não podemos deixar de levar em conta o fato de que ele se alinhava ao projeto burguês. Contudo, apesar de seu partidarismo, conseguiu agregar ao seu redor o apoio das maiorias no momento em que subjugava os exércitos inimigos e reorganizava o cenário econômico francês.
Para alcançar tantos feitos, teria que primeiramente superar os problemas que afligiam a indústria e o comércio, reorganizar o destruído setor de transportes e criar um sistema de serviço público eficiente. Por isso, criou o Banco da França, empresa estatal que deveria dar condições para que a burguesia pudesse empreender negócios e organizar o sistema financeiro nacional. Além disso, criou o franco, nova moeda que daria lugar às assignats, anteriormente criadas durante a revolução.
Durante o Consulado, promoveu transformações políticas que concentravam amplos poderes nas mãos do Poder Executivo. Nos primeiros anos de 1800, criou uma nova constituição aprovada pelo voto de mais de 3 milhões de franceses. Com isso, o Legislativo foi desmembrado em quatro assembléias distintas que primeiramente criava, depois discutia e a aprovava as leis. Por fim, o Senado teria o dever de garantir o devido cumprimento das novas regulamentações.
Esse mesmo Senado também tinha a importante tarefa de escolher três cônsules que, durante uma década, deveriam liderar o Poder Executivo. Apesar de sua aparente divisão, o consulado contava com uma figura de importância maior, o primeiro-cônsul, cargo exercido por Napoleão, que dava o direito de nomear os ministros, publicar leis e indicar membros do funcionalismo público e do Poder Judiciário. Dessa forma, percebemos a tendência hegemônica de Bonaparte nessa nova configuração.
Decidido a pacificar o cenário interno e externo, o Consulado reatou as relações com a Igreja Católica, que agora teria total liberdade na organização de seus cultos. No entanto, as decisões eclesiásticas e os bens da Igreja permaneciam subjugados ao interesse e aprovação do novo governo. Externamente, assinou, em 1802, a Paz de Amiens, documento que interrompeu provisoriamente os conflitos com as demais nações européias.
Após conseguir relativa estabilidade, Napoleão criou a mais importante realização política de todo esse período: o Código Civil Napoleônico. Por meio desse conjunto de leis, inspirado em varias diretrizes do Direito Romano, foram assegurados o direito à propriedade, a igualdade dos cidadãos perante a lei, a proibição das greves e sindicatos. A partir do Código Napoleônico, eram garantidos interesses fundamentais básicos da burguesia.
Interessado em criar um corpo de funcionários públicos capacitados, Napoleão também teve a preocupação de reformar o ensino, atrelando ao Estado a tarefa de oferecer o ensino público à população. Foram criados os liceus, colégios internos responsáveis pela formação de cidadãos que, posteriormente, fossem capazes de ocupar os altos cargos do Exército e do Estado. Paralelamente, o ensino superior também foi incentivado com a criação de faculdades de Política, Direito e Técnica Naval.
Finalmente, a França parecia abandonar as diversas dificuldades que ameaçavam a efetivação do processo revolucionário burguês. Aproveitando disso, Napoleão, que já havia sido proclamado como cônsul-vitalício, realizou um novo plebiscito junto à população. Dessa vez, a votação iria decidir se o antigo general poderia alçar à posição de imperador. Prestigiado pela decisão de seus governados, Napoleão se auto-coroa imperador na catedral de Notre-Dame, com as devidas bênçãos do papa.
Por Rainer Sousa
Mestre em História

Apesar da divisão tríplice, Napoleão já concentrava poderes durante o período do Consulado.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
DÉCADA DE 1970: A época em que os carros trafegavam ao redor da Igreja do Rosário
Por Paulo César Gomes, para o Farol de Notícias
O “Viagem ao Passado” deste domingo convida o caro leitor a passear pelas memórias e a rotina de uma cidade que se modificou com o passar dos anos, mas que ainda precisa se adaptar à modernidade sem deixar de lado a preservação do seu patrimônio histórico.
A foto em destaque é do ano de 1977 e mostra os detalhes do casario no entorno da Igreja do Rosário dos Pretos, um dos templos religiosos mais antigos do interior de Pernambuco, mas que ainda não é tombando, assim como todos os imóveis que fazem parte da área denominada de “Marco Zero”.
Na imagem – feita em uma manhã chuvosa – é possível perceber que algumas casas não existem mais, no entanto a presença de alguns automóveis próximos a Igreja chama à atenção. Isto ocorria porque na época, o formato da Praça Agamenon Magalhães permitia a circulação de automóveis no local.
Uma das moradoras mais antiga da praça é a coordenadora da “ONG Amigos 4 patas”, Daniela Epaminondas, que narra que durante a infância foi atropelada por um carro que transitava pela praça.
O fim da circulação de automóveis acabou no início dos anos 1980, quando então prefeito, Hildo Pereira de Menezes, reformou a praça e construiu a Concha Acústica.
domingo, 26 de janeiro de 2020
sábado, 25 de janeiro de 2020
COLUNA: o “Bê a Bá da Política”
Por Paulo César Gomes/ e-mail: pcgomes-st@bol.com.br (Para o Farol de Notícias
É em clima de pré-campanha eleitoral que estreamos a coluna “O Bê a Bá da Política”, a forma de alimentar o debate político e acalorar a alma insaciável dos faroleiros, que a cada 15 dias irão se debruçar na leitura e nos comentários do que vier a ser publicado.

ATÉ ONDE VAI VICTOR OLIVEIRA?
O jovem neto do ex-deputado Federal Inocêncio Oliveira está adotando uma postura diferente do restante do grupo da oposição, liderada pelo deputado Sebastião Oliveira, ao invés de somar, ele está buscando fragmentar o grupo.
O jovem empresário não aceita ser vice na chapa encabeçada pelo ex-prefeito Carlos Evandro, que lidera todas as pesquisas com folga. Setores da oposição ainda o tratam como “o menino”.
O fato é que o herdeiro de Inocêncio tira votos de Carlos Evandro, o que poderá embolar a disputa entre o ex-prefeito e a secretaria de Saúde, Márcia Conrado.
Então ficam as perguntas: Victor Oliveira terá condições políticas e estruturais para bancar o seu voo solo? Quantos vereadores e lideranças políticas da oposição o acompanham nessa empreitada? Certamente essas respostas só o tempo dirá…
VICES QUE VIRARAM PREFEITO
Enquanto algumas lideranças não aceitam ser candidatos a vice-prefeito, a coluna fez uma rápida lista de nomes de prefeito da cidade que antes de assumirem o posto, foram eleitos inicialmente como vice.
Segue a lista: Nildo Pereira, Tião Oliveira, Carlos Evandro, Luciano Duque e o nosso querido ‘Seu Madeira’. Após essa listinha é possível dizer que ser vice é o primeiro degrau para o se chegar a prefeito.
VICTOR OLIVEIRA: “Não fui convidado para a reunião”
Ao ser provocado por essa coluna sobre a sua ausência na reunião do AVANTE, na última quinta-feira, no Recife, que contou com a presença do deputado federal Sebastião Oliveira, e a cúpula do bloco oposicionista, incluindo os deputados Rogério Leão e Fabrízio Ferraz, Victor Oliveira afirmou “não fui convidado, e nem informado sobre ela”.

LULA DEU O SINAL VERDE PARA A ENTRADA DE MÁRCIA CONRADO
Esta coluna apurou que o sinal verde para entrada da pré-candidata Márcia Conrado no PT foi dada por Lula quando o mesmo esteve no Recife, em dezembro. Posteriormente, Márcia se reuniu com a direção do PT de Serra Talhada, conforme declaração dado por ela ao Programa Farol de Notícias.
DIA 13 DE FEVEREIRO
Essa pode ser a provável dada da filiação de Márcia ao PT. A coluna apurou que a outra data seria o dia 10 de fevereiro quando a legenda completa 40 anos. Segundo informações, a pré-candidata descobriu que é petista de coração desde criancinha.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
O nazista Joseph Goebbels
Fonte: Wikipédia
Paul Joseph Goebbels (Rheydt, 29 de Outubro de 1897 – Berlim, 1 de Maio de 1945) foi um político alemão e Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista entre 1933 e 1945. Um associado e devoto apoiante de Adolf Hitler, ficou conhecido pelas suas capacidade oratórias em público e pelo seu profundo e fanático anti-semitismo, e sua crença na conspiração internacional judaica que o levou a apoiar o extermínio dos judeus no Holocausto.
Goebbels, que ambicionava ser escritor, obteve o grau de Doutor em Filosofia pela Universidade de Heidelberg em 1921. Em 1924, aderiu ao Partido Nazi, onde trabalhou com Gregor Strasser na sua delegação do Norte. Em 1926, é nomeado Gauleiter (líder distrital) por Berlim, onde começou a interessar-se pela utilização da propaganda para promover o partido e o seu programa. Após a chegada ao poder dos nazis em 1933, o Ministério da Propaganda de Goebbels rapidamente conseguiu o controle absoluto da imprensa, arte e informação na Alemanha. Era um particular adepto em usar a recente rádio e os filmes para fins de propaganda. Os temas centrais eram o anti-semitismo, ataques ao bolchevismo e, após o início da Segunda Guerra Mundial, a tentativa de moldar a moral.
Em 1943, Goebbels começou a pressionar Hitler para que este introduzisse medidas que levassem a uma "guerra total", incluindo o encerramento de negócios não essenciais ao esforço de guerra, recrutamento de mulheres para a força de trabalho e o alargamento do recrutamento militar àqueles que, até ali, estavam isentos de tal serviço na Wehrmacht. Em 23 de Julho de 1944, Hitler nomeou-o Plenipotenciário do Reich para a Guerra Total. Goebbels tomou várias medidas, mal-sucedidas, para aumentar o número de pessoas disponíveis para a produção de armamento e para a Wehrmacht.
À medida que a guerra se aproximava do fim e que a Alemanha Nazista se encontrava perante a derrota, Magda Goebbels e os seus filhos, juntaram-se a ele em Berlim, indo para o Vorbunker, parte do complexo de bunkers de Hitler, em 22 de Abril de 1945. Hitler suicidou-se em 30 de Abril. De acordo com o seu testamento, Goebbels era o seu sucessor como Chanceler da Alemanha; este, apenas esteve um dia no seu novo cargo. No dia seguinte, Goebbels e a sua mulher suicidaram-se, depois de terem matado os seus seis filhos com cianeto.
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