Blog com informações nas áreas do Direito, História, Geografia, Sociologia, Filosofia e Politica.
Escreva-se no meu canal
Ver essa foto no InstagramVeja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc
Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em
terça-feira, 13 de abril de 2021
VÍDEO: Pé de umbuzeiro ou imbuzeiro
FOTO HISTÓRICA: A praça Sérgio Magalhães em Serra Talhada no inicio da década de 1970
Paulo César Gomes
A foto em destaque é a antiga Praça Sérgio Magalhães, logo após a sua inauguração, em meados dos anos de 1970. Na imagem é possível perceber os traçado arquitetônicos, que com o passar dos anos foram alterados, entre esses detalhes está o antigo coreto.
Em um tempo em que não existia zona azul e o trânsito da cidade era bastante tranquilo, o projeto de engenharia destinou espaços nas laterais para estacionamento de automóveis e um espaço para os taxistas, o popular bandeira dois.
Na fotografia percebesse que os fuscas, a C-10 e belinas eram bastante populares em Serra Talhada. Entre as mudanças que ocorreram na praça que foi reformada em 2019, está a banca de revistas de Toin de Bia, a barraca/bar de Nando Rufino, duas piscinas, uma torre com placas indicando os principais pontos comercias da cidade.
Vale apena também destacar os estabelecimentos que existiam no entorno da Sérgio Magalhães, principalmente nos anos de 1980, como a Telpe, o restaurante o Morumbi, as Casas Pernambucanas, as lanchonetes o Brasão e o Ki-lanchão, as farmácias do Sr. Olímpio e a da balança, entre outros pontos que já não existem mais.
Apesar de tantas mudanças, esse cenário urbano e esse formato da Praça Sérgio Magalhães está muito viva na memória de quem viveu e curtiu momentos inesquecíveis no verdadeiro “coração de Serra Talhada”.
segunda-feira, 12 de abril de 2021
FOTOS HISTÓRICAS: A encenação da Paixão de Cristo em Serra Talhada durante as décadas de 1970 e 1980
Por Paulo César Gomes
O site resgata fotos raras que registram passagens bíblicas que foram interpretadas por artistas serra-talhadenses durante o espetáculo da “Paixão de Cristo”. A encenação foi realizada durante uma década, entre em 1977 e 1987, na Semana Santa.
Inicialmente o espetáculo foi encenado no estádio “O Pereirão”, posteriormente no Centro Esportivo Maria Luiza Kehrle e encerrou seu ciclo histórico voltando para “O Pereirão”. Alguns atores eram profissionais e outros eram servidores públicos e profissionais liberais, que aproveitavam o momento da fé cristã para dar vida a história de Jesus Cristo.
FOTO HISTÓRICA: Jogadores e dirigente do time do Comercial de Serra Talhada
Por Paulo César Gomes
O blog destaca uma foto que registra um grupo que foi importante para história do futebol de Serra Talhada e do imortal time do Comercial Esporte Clube. Na imagem temos em pé, da esquerda para direita, o saudoso Demir (irmão do cantor Rai de Serra), Gula e Paulo Moura (Bico de Aço). Agachado, um dos maiores baluartes do esporte na cidade, Egydio Tôrres de Carvalho, dirigente que esteve a frente do Comercial por mais de duas décadas.
A fotografia é do fim da década de 1970, um dos períodos de glória do futebol em Serra Talhada. Os três jogadores fazem parte da seleção serra-talhadenses do século 20, cada um com qualidades específicas. Demir, a magia, o drible e a habilidade com a bola nos pés. Gula, a elegância, o arremate preciso e a técnica refinada; e Paulo Moura, a força no chute, a visão de jogo e a velocidade dos antigos pontas.
Açude Salina
Relatos históricos sobre a cólera morbo em Serra Talhada - PE, em 1856
Por Paulo César Gomes
O Blog destaca nesta matéria os trechos de um registro jornalístico no qual a epidemia de cólera morbo assolou Serra Talhada em 1856. Na época, a cidade era denominada Vila Bela. Os textos foram transcritos do Diário de Pernambuco pelo historiador belmontense Valdir Nogueira, membro do IHGPajeú. As reportagens destacam o papel decisivo do padre Manoel Lopes e do médico Thomas Antunes para combater o avanço da doença e ajudar as vitimas da cólera na cidade.
Padre Manoel Lopes
Pouca gente sabe que onde hoje está localizada a empresa Tupan Construções, na Avenida Miguel Nunes de Souza, foi um cemitério. Essa história teve origem no século 19, quando Serra Talhada foi acometida por duas epidemias de Cólera-morbo, onde morreram dezenas de pessoas. Por uma questão de higiene e precaução, em 1863, um cemitério foi providenciado para que as vítimas fossem sepultadas em covas bastante profundas.
Nesse período o cemitério público estava localizado no Centro da cidade, na atual Praça Barão do Pajeú, por trás da antiga igreja matriz de duas torres, ou seja, existiu por parte das autoridades uma preocupação de tentar evitar que a doença se alastrasse entre o moradores. Até a década de 1960 ainda eram possíveis identificar as cruzes e a paredes do antigo cemitério onde foram sepultados as vítimas do Cólera-morbo.
Segundo ex-prefeito Luiz Lorena, em seu livro “Serra Talhada. 250 anos de história. 150 anos de Emancipação Política”, em 1856 morreram 53 vilabelenses entre abril e junho daquele ano. Em 1863 morreram mais de 20, nesse período a população urbana era inferior a mil habitantes. Segundo o relato do ex-prefeito, as “vítimas foram sepultadas em covas profundas e fora do alcance da contaminação”.
Foto do local onde existia o antigo cemitério (feitas pelo repórter fotográfico do Farol de Notícias, Alejandro García, em setembro de 2015)
RELATO HISTÓRICO DE 1856 SOBRE SURTO DE CÓLERA EM SERRA TALHADA
“Ilmº. Sr. – Ligado por analogia de ministério a V. S., e reconhecente da dedicação, desinteresse e caridade cristã, com que V. S. se houve na crise emergente que acabara de atravessar as suas ovelhas, cumpre-me neste fausto dia de hoje, em que exultamos de prazer pelo feliz aniversário de nossa Independência, comunicar a V. S. a alegre notícia da completa extinção da epidemia de cólera morbus nesta Comarca.
A Divina Providência, ouvindo nossos votos e nossas preces, se amerceou de nós, que passamos pela mais aflita provação, por efeito de nossos grandes pecados; e, pois, rendendo graças ao Todo Poderoso, lhe roguemos que nos ampare com sua infinita misericórdia, e cubra com o seu divino manto este grande Império, destinado a altura das grandes nações, e ao nosso ínclito e adorado monarca, que por si e por seu governo tantas provas nos têm dado de sua católica dedicação, suavizando os nossos males e zelando a nossa prosperidade.
Deus proteja os seus dias.
Vila Bela, 7 de setembro de 1856.
Ilmº e reverendíssimo Sr. Padre Manoel Lopes Rodrigues de Barros, digno vigário de Vila Bela. – Dr. Thomas Antunes de Abreu, inspetor e diretor do Serviço de Saúde nas Comarcas de Pajeú de Flores e Boa Vista.
“(…) em Vila Bela deu-se o primeiro caso que foi fatal, no dia 7 de abril, e na Baixa Verde apareceu logo seis dias depois. Casos registrados tiveram lugar no Riacho do Navio e febres intermitentes na freguesia de Fazenda Grande. Diante da noticia que correu do desenvolvimento do mal na Serra do Catolé a 26 léguas de Flores (…)Tendo-me sido exigido o pagamento de medicamentos fornecidos em Vila Bela pelo negociante Simeão Correia Cavalcanti Macambira antes de chegarem às ambulâncias do governo, e reconhecendo eu exorbitantes os preços pedidos, propus-lhe a indenização por meio de iguais ou de outros medicamentos, ao que anuiu, recebendo-os das ambulâncias, conforme participei em ofício de trinta de julho a V. Ex., que se dignou aprovar esta minha resolução.
DR. RODRIGO CASTOR DE ALBUQUERQUE MARANHÃO, juiz municipal dos termos de Vila Bela e Ingazeira. – Cumpriu como autoridade seus deveres mui satisfatoriamente, e se interessou pelos doentes, aos quais também socorreu.
PADRE MANOEL LOPES RODRIGUES DE BARROS, vigário da Serra Talhada, termo de Vila Bela e seus contornos. – Desempenhou esplendidamente todos os deveres de seu ministério, mostrando a maior dedicação pelos enfermos.
PADRE PEDRO MANOEL DA SILVA BURGOS, vigário da freguesia de Flores. – Estão acima de todo o elogio os serviços deste distinto pároco, quer como ministro da Igreja, quer como verdadeiro filantropo; sua mão caridosa se estendeu em grande escala aos desvalidos.
PADRE FELIPE BENÍCIO MOURA, vigário de Ingazeira. – Prestou-se com zelo e prontidão, ministrando os socorros espirituais aos doentes.
CAPITÃO MANOEL DA CUNHA WANDERLEY, delegado e comandante da força volante da Comarca de Flores. – Como autoridade e como filantropo prestou os mais admiráveis serviços; ministrou por suas próprias mãos medicamentos e mais socorros aos enfermos; nada deixou a desejar.
TENENTE-CORONEL CRISTOVÃO JOSÉ DE CAMPOS BARBOSA, delegado do termo de Vila Bela. – Desempenhou com zelo e atividade os deveres do seu cargo, e socorreu aos desvalidos.
CAPITÃO JOÃO DO PRADO FERREIRA, delegado do termo de Ingazeira, cumpriu seus deveres com dedicação e atividade; prestou-se ao socorro dos desvalidos.
ANTÔNIO LOPES DE SIQUEIRA, subdelegado de Baixa Verde, empregou no desempenho de seus deveres zelo e atividade, interessando-se pelos doentes, aos quais socorreu.
ALFERES SEVERINO JOSÉ DE ALMEIDA PEDROSA, vereador da Câmara Municipal de Ingazeira. – Ninguém mais do que este cidadão caridoso se prestou ao serviço da humanidade, ministrando por suas mãos os remédios, e socorrendo à sua custa em grande escala; seu procedimento foi exemplar.
E faço votos para que o Supremo Deus se amerceando de nós afaste esse tão cruel mal para sempre do Império de Santa Cruz, a cujos destinos preside o nosso muito sábio, muito virtuoso, e muito amado monarca Dom Pedro II, que por si e por seu governo emprega a mais decidida solicitude no provimento dos meios os mais conducentes ao alívio da humanidade aflita, e a prosperidade do país; e nesta conjuntura muito se tem V. Ex. distinguido.
VILMAR GAIA: VINGADOR, PISTOLEIRO OU UM NOVO LAMPIÃO? Livro em E-Book do escritor R.R dos Santos
Esse trabalho foi realizado tendo como fonte de pesquisas as informações contidas em reportagens de jornais, revistas e programas produzidos ao longo do período em que Vilmar Gaia foi procurado, preso e solto por decisão judicial. Entre os jornais destacamos o Diário de Pernambuco, o Jornal do Commércio, o Jornal do Brasil, o Jornal Opinião, o Tribuna da Imprensa, o Versus 7, entre outros, a revista Manchete e a TV Globo. Essa publicação também traz transcrições de textos escritos pelos jornalistas: Caco Barcelos, Ricardo Noblat, Raimundo Carrero, Eliomar Ferreira, Léo Ramos, Letícia Lins e Machado Freire.
R.R DOS SANTOS
Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)
Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...
-
Modelo 1: ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA JUNTA ADMINISTRATIVA DE RECURSOS DE INFRAÇÕES DO ESTADO DE [XXXXXX] - DETRAN/XX Auto de In...
-
Flores, Pajeú, ou Pajeú de Flores como se dizia antigamente, fica na zona outrora denominada Sertão do Rodelas , capitania do rio S. Fran...
-
QUESTÕES DISSERTATIVAS DE SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA QUESTÃO 1 : João fez um testamento para deixar um dos seus 10 imóveis para seu gra...










