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Veja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc

Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Professores estaduais decidem retornar à greve

Do JC Online

Com informações da repórter Maria Regina Jardim

Segundo o Sintepe, cerca de 2500 professores estiveram no Clube Português definindo o rumo da categoria / Foto: Maria Regina Jardim / JC

Segundo o Sintepe, cerca de 2500 professores estiveram no Clube Português definindo o rumo da categoria

Foto: Maria Regina Jardim / JC

Atualizada às 15h35

Em assembleia geral no Clube Português, na área central do Recife, os professores da rede estadual de ensino decidiram retornar à greve. Ficou definido que, a partir da sexta-feira da próxima semana (29), as aulas serão suspensas em virtude do movimento. No mesmo dia, será realizada uma nova reunião em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), às 14h, para definir os rumos da nova paralisação.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), 2500 professores estiveram no local, além de alunos. O presidente do sindicato, Fernando Melo, iniciou a assembleia lendo partes do ofício que foi enviado pelo governo estadual para definir sobre a reposição dos dias perdidos. Segundo Melo, o governo propôs um reajuste salarial de 0,89% para o mês de abril e 2% a cada trimestre de 2015, totalizando cerca de 7%. O valor, de acordo com ele, é metade do que a categoria cobra atualmente (13%).

A última paralisação durou 24 dias e se encerrou no dia 5 deste mês. A principal reivindicação dos professores é o cumprimento da Lei do Piso Salarial, que garante reajuste de 13,01% a todos os profissionais da rede e não apenas aos que tem nível médio.

domingo, 17 de maio de 2015

HISTÓRIA: O ‘banco da Diva’ e as lembranças da praça Sérgio Magalhães em Serra Talhada

Por Paulo Cesar Gomes
praça
Praça Sérgio  Magalhães, em Serra Talhada, no início de 1940


As reformas urbanistas realizadas nas grandes e médias cidades brasileiras proporcionaram os surgimentos de novos hábitos e, em contrapartida, sepultou velhos costumes dos seus moradores. Na esteira dessa modernidade, Serra Talhada encontra-se transitando entre esses dois polos; o novo e o velho.

Foi com o olhar nessa fase de transição que eu e o incansável repórter fotográfico do FAROL, Alejandro Garcia, viajamos virtualmente até a Serra Talhada da década de 70, do século passado, para encontrar as explicações para a origem do apelido do famoso “banco da diva”. Seria a diva, uma loira sedutora? Uma prostituta? Ou seria mais uma lenda urbana?

A GESTÃO NILDO PEREIRA E A REFORMA DA PRAÇA SÉRGIO MAGALHÃES


banco diva
Banco da Diva-  Departamento de Investigação de Vidas Alheias


Foi durante a gestão do prefeito Nildo Pereira (1969/1973), que as Praças Sérgio Magalhães e Barão Pajeú sofreram as suas maiores transformações, ganhando as características existentes até os dias atuais. As duas praças – na verdade não deveria existir a divisão nominal da praça – são um dos maiores cartões postais da cidade e passagem obrigatória de quem visita a região.

O grande volume de pessoas que sempre transitam pela praça chamou a atenção de um grupo de curiosos e observadores da vida alheia, que em meados dos anos 70, estabeleceram um espaço para se debater a vida dos outros. O local escolhido foi um banco estrategicamente localizado na Praça Barão do Pajeú com vista para a Praça Sérgio Magalhães e as ruas adjacentes. Quem sobe ou quem desce as praças obrigatoriamente têm que passar pelo famoso banco, que foi batizando carinhosamente de DIVA – Departamento de Investigação de Vidas Alheias.

UMA ÉPOCA EM QUE FALAR DA VIDA ALHEIA ERA SÍMBOLO DE AMIZADE E RESPEITO

Segundo o professor João Antunes, tudo começou quando um grupo de jovens resolveu conversar diariamente até altas horas da noite. “Não se sabe quem deu o nome, mas os cadeiras cativas eram Ivo Policarpo e Aluízio (Nenê), infelizmente os dois já  faleceram”. A empresária Ana Maria de Souza Neri, mais conhecida como ‘Aninha’, relata que o banco só era frequentado por homens e que praticamente todos ganhavam apelidos.

“Era uma época de igualdade. Onde todos eram iguais. As brincadeiras eram sadias e não havia tantas maldades como nos dias de hoje”, destaca a empresária. Aninha acrescenta que “foi do banco da diva que surgiram muitas das fofocas que foram publicadas nos jornais ‘o Linguarudo’ e o ‘Tesoura’, apesar das polêmicas nunca ocorreu nenhuma briga por causa das fofocas”.

Outro profundo conhecedor dos frequentadores do banco da diva é Seu Carlos, dono de um dos bares mais tradicionais do centro cidade há mais de 25 anos. Seu Carlos relata que apesar de alguns frequentadores do banco cultivaram os hábitos dos velhos boêmios, ele nunca viu nenhuma confusão no local. “A coisa mais triste que vi foi à morte de um rapaz que foi atropelado logo que saiu do banco há mais de 10 anos”, revelou.

UMA NOVA GERAÇÃO SE MOLDA COM O OLHAR PARA O FUTURO, MAS AS PRAÇAS FICARAM NO PASSADO

banco everest
Banco ‘Everest’ ponto de encontro para troca de mensagens nas redes sociais


Ao longo das últimas décadas as Praças Sérgio Magalhães e Barão do Pajéu vêm sofrendo com o abandono e falta de conservação da sua estrutura física. A iluminação é precária e os postes e as lâmpadas são aos moldes da sua última reforma, há mais de quatro décadas. O próprio banco perdeu um pouco do seu charme em função da derrubada inconsequente do pé de azeitona que ficava ao seu lado.

Muitas jovens praticamente não conhecem nada sobre a história do banco da diva e dos seus personagens, muitos, talvez, já tenham sentado no local, mas nem imaginam que por ali já passaram médicos, advogados, engenheiros, músicos, compositores, dezenas de anônimos, que ao longo dos anos transformaram um simples banco e um espaço para diversos encontros e reencontros.

Apesar disso, é importante destacar que as novas gerações constroem as suas próprias identidades. Um dos “points” da nova geração é a calçada do BNB (Banco do Nordeste). No entanto, um outro local que mais se assemelha com o banco da diva, é popularmente conhecido como o “everest”, também é um banco da praça que fica localizado em frente a Igreja Matriz da Penha. Os frequentadores do banco da diva e everest se comunicam através de grupos do  whatsapp .

Um bom domingo a todos e até a próxima história esquecida de Serra Talhada!

Publicado no portal Farol de Notícias de Serra Talhada, 17 de maio de 2015.

domingo, 10 de maio de 2015

OPINIÃO: Com as suas negociatas, Duque está transformando o processo eleitoral no vale tudo


paulo césar
Por Paulo César Gomes, Professor e escritor 
serra-talhadense


Em recente entrevista coletiva o prefeito Luciano Duque cometeu um grave equivoco ao comparar a sua estratégia de montar um balcão de negócio dentro da prefeitura ao processo de acomodação de aliados feitos pelo governador Paulo Câmara.

Acomodar aliados que estiveram juntos no processo de uma disputa eleitoral é uma coisas, outra coisa é usar o dinheiro público para atrair adversários. O prefeito deveria explicar se isso é ético e se é moral.

Luciano Duque está transformando a disputa de 2016 em vale tudo, deixando claro a sua intenção de ir até as últimas consequências para conseguir a sua reeleição. Isso demonstra também um certo ar de desespero com a sua gestão sendo reprovada pela população.

Diante disso, cabe a oposição também marcar sua posição frente às negociatas feitas pelo prefeito, expondo a população a forma como o dinheiro público estás sendo usado. Com a palavra a oposição: Sebastião Oliveira, Carlos Evandro/Socorro Brito, Marquinhos Dantas/Tatiana Duarte e Augusto César, se de fato for oposição.

Um feliz Dia das Mães e até a próxima!

Publicado no portal Farol de Notícias de Serra Talhada, em 10 de maio de 2015.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Opinião: Duque tornou a PMST um balcão de negócios e Sebá um líder sem liderados

Por  Gomes

paulo césar
O prefeito Luciano Duque tem transformado a prefeitura municipal em um balcão de negócios, com intuito de garantir a todo custo a sua reeleição. Isso só comprova o nível de instabilidade existente nesse governo, que ao invés de buscar trabalhar em sintonia com a população, buscar compensar as fragilidades na base do “é dando que se recebe”, um receituário recomendando pelo que existe de mais atrasado na política brasileira.

Os duquistas dirão que isso é licito. Mas será que para a população isso é ético? Ou até mesmo moral? O prefeito foi eleito para governar ou barganhar apoio político com a base no dinheiro público? Por que as verbas das secretarias são dinheiro dos cofres públicos, que estão sendo usados para atrair adversários, que até bem pouco tempo criticavam e agora se renderam “ao processo de desenvolvimento” estabelecido pelo governo do PT. Algo está errado! Não existe ética no discurso de quem antes era oposição ou do governo, que muda constantemente, igual a um camaleão, e que vive distribuindo “sorrisos” ao bel prazer do vento.

Nessa história ainda resta uma questão. Sebastião Oliveira ainda é o grande líder da oposição? Se de fato é, deve ocupar a posição que lhe é imposta pela cena política. Cabe a ele o papel de ir para o enfrentamento e assumir a condição de pré-candidato a prefeito e fazer a revanche com Luciano Duque. Esse tipo de tira teima já ocorreu em outras fases da politica serratalhadense. Quando ainda não existia a reeleição, nos anos 70 e 80, com os Pereiras (Lorena, Nildo e Hildo) versus os Ignácios (Tião e Ferdinando). E quando foi instituída a reeleição, na década de 2000, com Carlos Evandro versus Geni Pereira.

Caso Sebastião ocupe o seu posto, os seus aliados para 2018, serão obrigados a definir suas posições já para 2016. Do contrário, Sebá será um líder sem liderados, deixando um vácuo gigantesco para o agora bem sucedido “administrador” e “negociador ” Luciano Duque.

Um forte abraço a todos e até a próxima!

Publicado no portal Farol de Notícias de Serra Talhada, em 05 de maio de 2015.

O MEU CANTO... E O MEU ENCANTO! (Homenagem aos 164 anos de Emancipação Política de Serra Talhada)

O MEU CANTO... E O MEU ENCANTO!

Este é o meu lugar!
De encantos sem fim...
Da singela beleza do seu casario.
Da exuberância imponente de sua Igreja matriz.
Da majestosa serra de incontáveis talhas.
Da teimosia geográfica do Rio Pajéu.
Da sedução genuína da sua gente.
Do saudosismo presente em cada entardecer.
Sim! Este é o meu lugar!
Esta é a minha terra!
É o meu canto...
E o meu encanto!



Por Paulo César Gomes






domingo, 3 de maio de 2015

Pesquisa: ‘Túnel da Igreja do Rosário’, em SerranTalhada, revela sofrimento dos negros na escravidão


rosário
Por Paulo César Gomes- Fotos: Alejandro Garcia / Farol

A internet e as novas redes estão acabando literalmente com as costumes mais tradicionais em diversas regiões do planeta. No Sertão nordestino, uma das tradições mais afetadas é a popularíssima “história de trancoso”. Esse tipo de história mistura vários elementos da cultura da nossa região, que vai da crendice popular aos fatos folclóricos.

Até bem pouco tempo atrás, os “contadores de estórias” sentavam-se nas calçadas e chamavam as crianças para ouvirem os mais hilariantes contos pajeuzeiros. Um desses contos curiosos, possui mais de 100 anos e está diretamente relacionada a Igreja do Nossa Senhora Rosário e a serra que dar nome a cidade.

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Foi com base em uma “história de trancoso”, que eu e o incansável repórter fotográfico do FAROL,Alejandro Garcia, partimos em busca de desvendar o mistério que envolve a pequena e centenária Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no marco zero de Serra Talhada.

Segundo os contadores de histórias e estórias, durante a construção do templo religioso, entre os anos de 1789 e 1790, os escravos que trabalharam na obra, construíram um túnel que ligava o altar da Igreja a “caverna do morcego”, na serra talhada, o objetivos dos cativos era aproveitar a distração dos encarregados para fugirem. No entanto, ao verificar a estrutura do terreno que separa a igreja da serra, percebemos que humanamente impossível que isso de fato tenha acontecido. O mais lógico era que o túnel fosse construído em direção ao rio Pajeú.

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Infelizmente quase ninguém na cidade sabe informar a origem da fantástica história. Ainda assim, não se pode deixar que episódios como esse caíam no esquecimento, já que a identidade de uma cidade é construída com base na preservação da memória de sua gente.


Outro fato a se destacar é que a velha igrejinha, foi durante a parte final da escravidão o local onde os negros puderam praticar a sua fé, mesmo que isso tenha ocorrido de forma impositiva. Enquanto os negros tinham a igrejinha, os brancos tinham uma igreja de duas torres construída em um dos pontos mais alto da praça central da cidade.

Em um cenário de violência e de separação racial, o imaginário social pesou mais forte e transformou algo improvável, em uma lendária história que demonstra a importância da liberdade de um povo que vivia em condições sub-humanas.

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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Fusão da razão e da emoção

Dois sentimentos antagônicos que quando fundidos um no outro, gera uma ligeira loucura desconcertante. A lógica dos sentidos se torna algo abstrato... Tudo parece inalcançável! Até que a fusão se desfaz e tudo volta ao seu lugar de origem. No entanto, você percebe que sua alma já não mais a mesma e sua cabeça já pensa mais da mesma forma. O que antes era real se torna imaginário, e o que era subjetivo e se torna objetivo.

Paulo César Gomes


P.S.: isso não é para pensar, é só para refletir. Caso seja possível!

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

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