Imagens da última cheia do Rio Pajeú, em 30 de abril de 2009, durante o por do sol tradicionalmente sertanejo. As fotos foram tirada da ponte que liga o centro de Serra Talhada ao bairro da Caxixola, por este professor.
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domingo, 26 de março de 2017
domingo, 19 de março de 2017
VIAGEM AO PASSADO:Um registro da Praça Sérgio Magalhães e os símbolos de 1970
Por Paulo César Gomes
em Um registro da Praça Sérgio Magalhães e os símbolos de 1970
A foto em destaque é um raro registro das transformações urbanísticas na qual passou o centro de Serra Talhada nos últimos 70 anos. Na imagem, possivelmente feita entre os anos de 1969 e 1970, durante a gestão do ex-prefeito Nildo Pereira. Nela é possível perceber que a Praça Barão do Pajeú já estava no formato atual e que a Praça Sérgio Magalhães ainda possuía os contornos da sua construção, no início da década 50, com o antigo tanque no centro e na parte de baixo o “Bar Abrigo”.
Nas extremidades das Praças podemos observar a casa onde funcionou a primeira sede do time do Comercial Esporte Clube, em meados da década em que foi feita a imagem, e no lado direito, aonde hoje funciona o “Bar de Carlos”, o prédio que abrigou a agência do Banco do Brasil.
Ao fundo podemos observar que o calçamento que dava acesso ao bairro Bom Jesus já havia sido concluído, e que estrada que leva ao distrito de Santa Rita já cortava a serra do Cigano, tornando assim um ponto de referência na paisagem da cidade.
É claro que não podemos deixar de relatar a beleza do rio Pajeú, na época ainda possui suas características naturais, com muita água e bancos de areia, ao contrário do dias atuais onde o que se destaca são o lixo e os esgotos.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Áudio do Conto A Metáfora Das Duas Pedras do escritor Paulo César Gomes
Link para o youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=9GfWf_h1SUI&feature=youtu.be
domingo, 12 de março de 2017
VIAGEM AO PASSADO: A usina que mexeu com o imaginário de muita gente em Serra Talhada
Por Paulo Cesar Gomes, Professor, Pesquisador e Escritor
em A usina que mexeu com o imaginário de muita gente em ST
Fotos: Farol de Notícias/Alejandro García
O ciclo do algodão em Serra Talhada é um tema pouco explorado pela historiografia local, assim como tantos outros, o que acaba deixando uma grande lacuna no que se refere a “preservação da memória” da cidade.
Muitas praças, prédios públicos e privados que hoje fazem parte do conjunto arquitetônico da “Capital da Beleza Feminina” foram construídos no auge da produção de algodão, entre as décadas de 1930, 40 e 50. Um desses prédios é o da antiga usina de beneficiamento de algodão, que fica localizado na Rua Cornélio Soares.
Na se sabe em que ano ocorreu a construção da antiga usina, sabe-se apenas que ela possuiu mais de um proprietário, um deles foi Peixe Gomes, um dos empresários bem sucedidos da família Gomes, que no período em foco possuía vários empreendimentos. Também não se tem certeza se a usina pertenceu à empresa americana de beneficiamento Anderson Clayton, que tinha como preposto o ex- prefeito Cornélio Soares.
ARQUITETURA
O prédio é bastante amplo e nos fundo está uma chaminé de cerca de mais de 20 metros de altura, uma relíquia arquitetônica que deve ser preservada como símbolo da pujança do ciclo do “ouro branco” no Sertão do Pajeu. Do maquinário nada restou, sendo que apenas uma mensagem de alerta ao funcionário na área onde funcionava a produção nos faz viajar ao passado. Boa parte fachada do prédio permanece inalterada.
Após o declínio da produção do algodão o prédio da usina ficou sem uso, sendo utilizado apenas em momentos pontuais, como por exemplo, da grande cheia do rio Pajeú, em 1966, onde boa parte dos desabrigados foram alojados no interior da usina.
O QUE RESTOU
Por muitos anos os jovens que morava no entorno da Rua Cornélio Soares costumavam pular o muro dos fundos para ir brincar nas máquinas que ainda restavam ou para subir na chaminé, que ao longo dos anos passou a ser conhecida popularmente como “o bueiro da usina”.
Atualmente o prédio foi dividido em duas partes, em uma delas funciona uma funerária, e na outra o depósito da loja do empresário Wilson Godoy, o popular “Ilumina”. Segundo Wilson, a área total da usina deve ultrapassar os 4 mil m².
Em entrevista ao FAROL, o empresário relatou algumas histórias e momentos relacionados ao local. “Quando eu era criança as pessoas contavam que vários funcionários foram jogados no forno da usina, era algo assustador. Também me recordo de quando chovia todo mundo da rua ia tomar banho nas bicas da usina, era uma coisa marcante e divertida”, conta Godoy.
Do período áureo do algodão o empresário se recorda de ter ouvido dizer que a sua avó, dona Isabel Otaviano Alves de Barros, conhecida carinhosamente como Dona Bezeca, foi convidada pelo empresário e senador Assis Chateaubriand, em 1953, para ir para o Rio de Janeiro.
“Minha avó era muito ligada Igreja e gostava de cantar. Assis Chateaubriand estava aqui para participar da Festa do Algodão e ouviu a minha avó cantar. Ele gostou muito e a convidou para ir para o Rio de Janeiro para gravar um disco e fazer carreira como cantora, mas os pais dela não concordaram com ideia por que ela era muito jovem na época”, concluiu Wilson Godoy.

Aviso de alerta aos funcionários da antiga usina

Boca do Forno ainda é conservada



Wilson Godoy: “Cresci ouvindo histórias sobre a usina”
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Cientistas descobrem planetas com tamanhos parecidos ao da Terra em sistema a 40 anos-luz
Por G1
Em maio de 2016, o astrofísico Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica, com a ajuda de colaboradores, havia relatado a existência de três destes exoplanetas que transitavam ao redor da estrela anã. Essa foi a primeira pista para os autores investigarem mais a fundo o sistema.
Desde a detecção desse primeiro trio de exoplanetas há quase 10 meses, os pesquisadores monitoraram a TRAPPIST-1 a partir do solo, com o Telescópio Liverpool, e do espaço, com a ajuda de equipamentos da agência espacial dos Estados Unidos. Com isso, as estimativas iniciais apontam que os seis planetas mais próximos da estrela anã têm massas que são semelhantes à da Terra, além de possivelmente terem estruturas rochosas.
"Existir esse sistema com sete planetas é realmente incrível", disse Elisa Quintana, astrofísica da Nasa. "É possível imaginas quantas estrelas podem estar próximas e abrigar muitos e muitos planetas".
De acordo com a Nasa, todos orbitam a uma distância que possibilita a existência de água líquida em algum ponto de sua superfície, o que abre a possibilidade para que o sistema tenha condições de abrigar vida.
Gillon e seus colegas apontam que as características e a interação do sétimo planeta com os mais próximos à estrela precisam ser esclarecidos. De qualquer forma, o grupo também disse que observações adicionais são necessárias para afirmar com mais certeza quais são as propriedades de cada um desses novos planetas.
- O sistema da TRAPPIST-1 fica na constelação de Aquário. Essa estrela é mais fria e vermelha que o Sol, de um tipo muito comum na Via Láctea.
- Ele contém sete planetas, que foram chamados de b, c, d, e, f, g e h.
- O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, observou a TRAPPIST-1 durante 21 dias em 2016.
- O trânsito do planeta h, mais longe da estrela anã, só foi visto pelo Spitzer uma vez.
- O planeta b precisa de 1,5 dia da Terra para completar a órbita do TRAPPIST-1.
- Os maiores planetas, o g e o b, são cerca de 10% maiores que a Terra.
- Já os menores, o d e o h, são cerca de 25% menores que o nosso planeta.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Um momento de rara beleza; abelha buscando néctar em flôr tipicamente sertaneja
Um momento de rara beleza; abelha buscando néctar em flor tipicamente sertaneja.
Fotos de Paulo César Gomes (imagens captadas com um aparelho celular).
Fotos de Paulo César Gomes (imagens captadas com um aparelho celular).
domingo, 19 de fevereiro de 2017
VIAGEM AO PASSADO: As mudanças em Serra Talhada após 60 anos e os avanços urbanos do dia a dia
Por Paulo César Gomes, para o Farol de Notíciasem As mudanças em Serra Talhada após 60 anos e os avanços urbanos do dia a dia
A fotografia em destaque foi tirada entre o final dos anos 50 e início dos anos 60, de um ponto privilegiado do cume da serra talhada por um fotografo desconhecido, no registro em preto e branco dar para perceber o quanto a cidade se expandiu urbanisticamente nas últimas seis décadas.
Ao fundo da imagem é possível ver dois clarões no meio da caatinga. Um deles era pista de pouso do campo de aviação, na região onde hoje está localizada a Rua José Joaquim de Lima, no bairro da AABB, o outro era do campo da Várzea, nesta área foi erguido o estádio “O Pereirão”.
Chama atenção na foto os contornos do açude da Borborema e as silhuetas bem definidas, e ainda naturais, do rio Pajeú. No canto direito da foto percebesse a existência de uma área isolada em forma de quadrado. Pela localização é possível dizer que se trata do cemitério, uma obra idealizada pelo ex-prefeito Luiz Lorena, no ano de 1957.
SERRA HOJE
A outra foto em destaque é de autoria do repórter do FAROL, Alejandro García, e que ilustra a capa do livro História Perdidas de Serra Talhada (2015), ela foi tirada do cruzeiro que fica encravado na serra. A foto do repórter não é do mesmo ponto da feita há seis décadas, no entanto, retrata a beleza da cidade e o seu desenvolvimento arquitetônico atual.
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