
E a urgência faz sentido. A região já perdeu 45% de sua cobertura vegetal para se transformar em carvão (números do monitoramento revelam que 0,33% de sua biomassa são transformados anualmente neste combustível para abastecer a demanda por energia de indústrias de gesso, cerâmica e ferro gusa). Aliás, este é um dos maiores desafios: encontrar novas alternativas para a geração de energia.
A Caatinga é considerada hoje uma das mais vulneráveis às mudanças climáticas. Lá habitam 13 milhões de brasileiros. Estimativas apontam que 1/3 da economia do Nordeste, onde se encontram 80% deste bioma, pode desaparecer.
Não é à toa que o governo brasileiro incluiu a região no programa de redução de emissões de CO2, instituído pela lei sobre mudanças do clima (aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula no ano passado).
O MMA não descarta a possibilidade de conclusão da etapa preliminar do PPCaatinga até o dia 28 deste mês, quando será comemorado o Dia da Caatinga.
Fonte: MMA
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