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Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Os professores da rede estadual de ensino decidiram deflagrar greve a partir desta segunda-feira (6). A decisão foi tomada em assembleia realizada, pela manhã, no Intituto Educacional de Pernambuco (IEP), em Santo Amaro, área central do Recife.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Heleno Araújo, as aulas, que começariam na próxima quinta-feira (9), estão suspensas. "Hoje (6) era o dia de retorno dos professores", completa. Os alunos estão em recesso escolar e, como explicou Heleno, voltariam na quinta.
Em estado de greve desde o dia 11 de junho, a categoria quer a aplicação do índice de 19,2% estipulado este ano para reajuste do Piso Salarial Nacional do Magistério. Outra reivindicação é que um professor de nível médio que trabalha 30 horas semanais passe a ganhar R$ 1.132,40, ao contrário dos atuais R$ 712.
Os professores vão realizar passeta em direção ao Palácio do Governo. Na próxima sexta-feira (10), às 14h, um nova assembleia vai ser realizada em frente à Secretaria de Educação do Estado. Até lá, os grevistas esperam já ter uma posição do governo em relação às suas reivindicações.


Fonte: Portal JC

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Conselho aprova reforma ampla do ensino médio

BRASÍLIA – O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou ontem, por unanimidade, proposta do Ministério da Educação (MEC) que promove uma ampla reforma no currículo das escolas de ensino médio. Disciplinas tradicionais, como português, matemática e história, darão dar lugar a eixos interdisciplinares. Os alunos terão liberdade para escolher 20% das matérias e a carga horária vai aumentar das atuais 2.400 horas (800 por ano) para 3 mil (mil por ano). O objetivo de toda a mudança é tornar as escolas mais atraentes para os jovens.
O MEC considera que o ensino médio vive uma crise de identidade. Prova disso seria o desinteresse de parte da juventude pelos estudos. Pelo menos no modelo de ensino predominante na rede pública: nas escolas técnicas federais, ao contrário, as vagas são tão disputadas que é preciso promover vestibulares. “A escola tem que corresponder à expectativa dos estudantes”, resumiu ontem o ministro Fernando Haddad.

Num primeiro momento, o MEC vai financiar projetos inovadores apresentados dos governos estaduais. Os repasses terão início ano que vem e serão limitados a 100 escolas públicas. O investimento federal oscilará, ao todo, entre R$ 50 milhões e R$ 100 milhões, segundo Haddad. O dinheiro será divido pelas 100 escolas, o que sugere um teto médio de R$ 1 milhão.
O ministro evita dizer que o programa Ensino Médio Inovador é a grande aposta do MEC para tornar as escolas atraentes. Ele não quer melindrar os governos estaduais, responsáveis por 85% das matrículas. Afinal, o ministério não tem poder para interferir nas redes dos Estados e depende da adesão voluntária. Assim, a ideia é somar esforços para mudar o atual modelo, abrindo espaço para que cada rede proponha soluções distintas, desde que sintonizadas com o espírito da reforma.
Enquanto Haddad se esforçava ontem para passar a ideia de que o Ensino Médio Inovador é apenas uma de muitas iniciativas de diversificação do ensino, a secretária de Educação Básica, Maria do Pilar Lacerda, foi mais direta: “Esperamos que essa proposta seja acompanhada, avaliada e possa se tornar uma política universal”, disse, em texto divulgado pelo MEC.
De acordo com o ministro, o Conselho Nacional de Educação promoveu alterações na proposta original. Uma delas, segundo ele, foi dar liberdade aos Estados para apresentar propostas inovadoras, desde que adequadas a algumas balizas, como o aumento da carga horária e a possibilidade de os alunos escolherem parte das disciplinas.
De início, o ministério pretendia também selecionar as 100 escolas com piores resultados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A intenção foi deixada de lado a pedido do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). Segundo Haddad, o argumento é que a transição para o novo modelo poderia ser mais fácil em outras escolas.


Fonte: JC ON LINE

quinta-feira, 2 de julho de 2009

terça-feira, 30 de junho de 2009

Mais de 200 mil sem escola

Duzentos e trinta e cinco mil crianças e adolescentes pernambucanos entre 4 e 17 anos estão fora da escola. Em todo o Brasil são 4,5 milhões, dos quais 1,3 milhão na Região Nordeste, nesta mesma faixa etária, longe dos bancos escolares. A situação mais crítica, no Estado, é a dos jovens de 15 a 17 anos. São 111 mil sem estudar. É o que mostra relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado ontem. Além de apontar indicadores educacionais, o estudo Situação da Infância e da Adolescência Brasileira 2009 – O Direito de Aprender traz índices de renda, proteção e saúde.
De zero aos 3 anos, idade em que as crianças deveriam estar em creches, os percentuais são mais expressivos no que se refere à falta de acesso. Em Pernambuco, 84,2% não estão em creches. No País são 82,9% e no Nordeste, 85,9%. “Visitei três creches e nenhuma tinha vaga para meu filho. Deveriam criar mais espaços para as crianças menores. Ou haver mais vagas disponíveis nas creches. Quero trabalhar, mas fica difícil”, conta Joelma Lopes Freitas, 29 anos, moradora da Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife, e mãe de Jemerson, 3 anos.
Segundo o relatório do Unicef, as taxas de conclusão do ensino fundamental são baixas. Apenas em 12 dos 27 Estados brasileiros, o índice de alunos que terminam esta etapa é maior que 50%. Os melhores percentuais estão nas Regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul (70,9%, 63,6% e 62,6%, respectivamente). Em Pernambuco, de cada cem estudantes, só 45 concluem o ensino fundamental. No ensino médio a situação é pior: em apenas sete Estados a taxa de concluintes supera os 50%. Dos 192.005 jovens pernambucanos matriculados no 1º ano, 87.911 – o equivalente a 45,8% – chegaram ao final do 3º ano.


domingo, 28 de junho de 2009

Novo Enem empobrece escolha de alunos

O novo Enem foi apresentado como uma alternativa à “decoreba” do vestibular e possibilidade de melhorar o currículo do ensino médio. Mas, até aqui, o modelo de prova do exame não se difere do vestibular tradicional. Na opinião de especialistas que visitaram a Universidade de Brasília na tarde de segunda-feira, 22 de junho, a seleção unificada proposta pelo Ministério da Educação pode levar ao empobrecimento do processo seletivo. E isso impacta de forma negativa na qualidade do ensino médio.
“O calendário foi feito às pressas, uma série de questões técnicas precisam ser discutidas. Não adianta substituir tudo existente por 200 itens de múltipla escolha”, criticou Luiz Otávio Langlois, coordenador acadêmico da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele reconhece os avanços em mobilidade e em custos para o aluno no vestibular unificado, mas disse que o modelo de prova limita a avaliação do candidato.
A UFRJ adotou provas exclusivamente discursivas, em 1988, para substituir as de múltipla escolha elaboradas pela Cesgranrio. A proposta, segundo Langlois, era incentivar um ensino mais completo nas escolas. “Os alunos não eram mais cobrados em escrita e nas primeiras seleções recebemos um mar de provas em branco”, contou. E, na retomada do antigo modelo de prova em uma proposta nacional, ele teme que a avaliação e o ensino fiquem restritos em quem é um bom “leitor”, excluindo quem é um bom “autor”.
IMPASSES TÉCNICOS - Renato Hyuda de Luna Pedrosa, coordenador executivo da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp, adiantou alguns problemas técnicos que o modelo do novo Enem pode causar. Ele citou os possíveis empates de notas e a qualidade da avaliação. Segundo Pedrosa, em uma avaliação de múltipla escolha de quatro itens não é possível distinguir o desempenho devido aos acertos aleatórios.
“Em uma prova de 180 itens a pessoa começa com pelo menos 36 pontos”, explicou. E acrescentou: “Para uma prova de múltipla escolha avaliar tão bem quanto a discursiva aplicada pela Unicamp seria preciso mais de 500 itens”. Contudo, o custo de uma prova discursiva é muito alto porque exige uma correção individual. O valor da inscrição na UFRJ é por volta de R$ 90 para uma média de 50 mil candidatos, ou seja, o custo para realização da prova é de R$ 4,5 milhões. A Universidade de Campinas, que também adota provas discursivas, realiza processos seletivos de R$ 4 milhões para o mesmo número de candidatos.
Na visão de Pedrosa, da Unicamp, a passagem do ensino médio ao superior precisa ser repensada. O vestibular acabou virando o único critério e, embora seja válido, ele desvaloriza todo o processo de aprendizagem. As provas ignoram, por exemplo, os diferentes gêneros de escrita, capacidade de trabalhar em grupo e em laboratórios. “Estamos transformando o ensino médio em uma corrida por vaga nas universidades”, disse Pedrosa, que sugere um exame desenvolvido dentro do sistema educacional, pelas secretarias de educação.
MODELO EM DISCUSSÃO - Qualquer que seja o novo modelo apresentado, como o novo Enem, ele deverá levar em consideração a forte interferência do vestibular no ensino médio. A gerente do ensino médio da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Júlia Penha, relatou o conflito diário dos professores entre cumprir a Lei de Diretrizes e Base da Educação e, ao mesmo tempo, preparar os alunos para o vestibular. “O papel do ensino médio é aprimorar a formação básica do jovem, profissional, ética e cidadã. Mas temos uma matriz curricular de mil horas-aula a cada ano e um extenso conteúdo cobrado nos exames das universidades”, afirmou. “As universidades ditam as normas para a educação básica”, completou.
O conteúdo cobrado no PAS da UnB, segundo Júlia, orienta as aulas do DF. Ela defende que as instituições de ensino superior conversem mais com os gestores para uma melhor adaptação entre conteúdo de prova e formação educacional dos alunos e demonstrou simpatia à proposta de Pedrosa, da Unicamp. Ele, Langlois e Marcus Vinícios Soares, do Cespe, foram os palestrantes do seminário UnB em Reestruturação realizado no Auditório da Reitoria, que debateu acesso à universidade.
A proposta do encontro, promovido pelo Decanato de Ensino e Graduação, é estimular o debate na comunidade acadêmica sobre a participação da UnB no novo Enem. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da instituição decidiu aderir ao exame a partir do ano que vem, quando serão selecionados os alunos do primeiro semestre de 2011. A primeira edição do vestibular unificado, o novo Enem, será realizado em outubro deste ano com a participação de 42 universidades federais. Elas aderiram à proposta do MEC de diferentes formas: como fase única, como segunda fase, adicional à nota final ou para vagas remanescentes.
FONTE: UnB Agência

Vale do Catimbau















































Sejam bem-vindos! Este site é dedicado ao Vale do Catimbau e a todo aquele que ama a Natureza! Terra de imensa beleza histórica,geográfica e cultural. Lugar ideal para se conhecer aprendendo, uma natureza composta de exuberantes formações primitivas. É o terceiro Sítio Arqueológico Indígena do país, onde foram encontradas evidências da passagem do homem primitivo.
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Aqui encontramos fósseis de animais selvagens e peixes também com datação de milhões de anos, em alguns locais existe areia movediça(lama gulosa) e barreiras coloridas com mais de 50 cores em arenito. Sua vegetação típica do semi-árido (Caatinga), apresenta curiosas e diversificadas espécimes, além das características do semi-árido que ocupa toda a região.

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

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