Escreva-se no meu canal

Instagram

Ver essa foto no Instagram

Veja o vídeo completo no link: https://youtu.be/.jBg3SvDNLpc

Uma publicação compartilhada por Paulo César Gomes (@escritor.paulocesargomes) em

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

É NESTE FIM DE SEMANA

A nova produção teatral do Centro Dramático Pajeú de Serra Talhada-PE, o monólogo NEUROSE-A cidade e seus sentidoS; Interpretado por Carlos Silva, tendo na direção o Professor, ator e poeta Gilberto Gomes com licenciatura em Letras, sendo o texto uma adaptação da obra dramática do paulista José Expedito Marques: Os olhos verdes da Neurose, texto vencedor de concurso do antigo Serviço Nacional de Teatro (SNT - 1976), hoje FUNARTE; estréia dias 19 e 20 de setembro no auditório da FIS (Escola Normal).O espetáculo conta a história de uma dona de casa que a cada dia da semana visita um médico para tratar de doenças, mas acaba falando de assuntos relacionados a vida moderna e os seus transtornos, as alegrias e os dissabores do casamento, dos filhos, dos vizinhos e, traça um retrato do que é viver em cidade grande. A falta de cuidado com o meio ambiente, o barulho e a incomunicabilidade entre as pessoas, tornam a encenação agradável e possibilitam ao público uma reflexão sobre as suas NEUROSES, o consciente e o inconsciente. E procura dar respostas para questões pertinentes: até onde vai o real? Qual é a fronteira da loucura?A encenação conta com figurinos e adereços de Fabian Queiroz um multi-artista de Arcoverde/Tuparetama, o cenário é do artista plástico baiano Jorge Costa, trilha sonora do estudante de música Carlos Filho, tendo ainda da técnica: Kátia Alves e Débora Karoline.
Serviço:

Espetáculo NeuRosE - A cidade e seus sentidoS

Dias: 19 e 20 de setembro 2009 - Às 20hLocal: Auditório da FIS (Escola Normal) - Rua Afranio Godoy S/Nº.

Ingresso: R$ 5,00 - geralContato com a Cia.

Teatral pelo e-mail: cdpteatro@bol.com.bre 87 9619.7044 - Carlos Silva

terça-feira, 15 de setembro de 2009

SERRA TALHADA - DADOS GERAIS

A População Total do Município era de 70.912 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2000).Sua Área é de 2.979,97 km² representando 3.0317% do Estado, 0.1917% da Região e 0.0351% de todo o território brasileiro.
Seu IDH é de 0.682 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)
Ano de Instalação: 1851 Microrregião: Pajeú Mesorregião: Sertão Pernambucano Altitude da Sede: 429 m Distância à Capital: 375.8382Km


Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD

sábado, 12 de setembro de 2009

Em homenagem ao dia do forró em Pernambuco, forrozeiros expressaram a importância dessa música

Meu forró tá na rabeca, tá na beca de Solano, na tesoura, tá no pano, do vestido de Luzia. Tá na fita do cinema, na revista no teatro, tá na mesa, tá no prato, que alimenta a poesia. É com as palavras de Petrúcio Amorim sobre o dia estadual do Forró.
Há quatro anos, toda a segunda sexta-feira de setembro é dedicada a esse ritmo que reflete o povo nordestino. A data foi escolhida em homenagem ao nascimento de Manezinho Araújo, rei da embolada, conhecido antes de Luiz Gonzaga. Entre as músicas mais famosas dele, estão “Beata Mocinha”.
Alguns forrozeiros fizeram sua homenagem a este dia e falaram da importância do ritmo:
“O forró é muito importante por ser totalmente brasileiro, é como se fosse a bandeira dos nordestinos em forma de alegria. Ele aproxima as pessoas e sempre alimenta em matéria de cultura.” Petrúcio Amorim
O forró é a tradição e a cultura do povo nordestino.” Armandinho do acordeon
“Eu quero ver você de lá e eu de cá, ligue o seu rádio que meu forró está no ar. Uma sanfona e um triângulo. Uma zabumba repicando é forró de arrebentar.” Gilvan Neves, sanfoneiro.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

PROJETO INCLUSÃO - COLÉGIO FRANCISCO MENDES




























O PROJETO INCLUSÃO FOI DESENVOLVIDO PELOS ALUNOS DA 4a. SÉRIE DOS COLÉGIO FRANCISCO MENDES. FORAM APRESENTADOS TRABALHOS SOBRE O PRECONCEITO RACIAL E SOBRE A IMPORTÂNCIA DA VALORIZAÇÃO DOS DEFICIENTES FISICOS E MENTAL

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ataques de 11 de setembro de 2001

Os ataques terroristas de 11 de setembro, chamados também de atentados de 11 de setembro, foram uma série de ataques suicidas, coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis nos Estados Unidos da América em 11 de Setembro de 2001.
Na manhã deste dia, quatro aviões comerciais foram
seqüestrados, sendo que dois deles colidiram contra as torres do World Trade Center em Manhattan, Nova York. Um terceiro avião, o American Airlines Flight 77, foi direcionado pelos seqüestradores para uma colisão contra o Pentágono,[1][2] no Condado de Arlington, Virgínia. Os destroços do quarto avião, que atingiria o Capitólio, o United Airlines Flight 93, foram encontrados espalhados num campo próximo de Shanksville, Pensilvânia. A versão oficial apresentada pelo governo norte-americano reporta que os passageiros enfrentaram os supostos seqüestradores e que, durante este ataque, o avião caiu.[1][2] Os atentados causaram a morte de 3234 pessoas e o desaparecimento de 24.
Desde a
Guerra de 1812, esse foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e altamente corretivos imposto por forças inimigas em território americano. Causado por uma célula terrorista ligada à rede Al Qaeda, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes superior a 3 mil. Para se ter uma idéia quantitativa de seu resultado arrasador, só o ataque em si excedeu o saldo de aproximadamente 2400 militares norte-americanos mortos no ataque sem aviso prévio dos japoneses à base naval de Pearl Harbor em 1941; além disso, essa terrível demonstração de impunidade foi caprichosamente planejada e direcionada aos ícones americanos, praticada impunemente, e tendo como armas aviões comerciais. O ato agravou-se muito mais por ter sido transmitido ao vivo pelas cadeias de TV do mundo inteiro, com a própria tecnologia americana. Tal ataque, ainda sem precedentes em toda a história da humanidade, feriu profundamente o orgulho americano e superou, em muito, o efeito moral imposto às tropas americanas pela força aérea japonesa.

FOTOS DO 11 DE SETEMBRO DE 2001
















quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Raios solares nos fornecem mais energia do que jamais vamos precisar - mas como usá-la?

Em uma límpida manhã de novembro no deserto de Mojave, na Califórnia, os raios solares retocam os picos da serra McCullough com uma bela tonalidade rosada. Atrás deles, a lua cheia desce sobre o brilho dos gigawatts de iluminação artificial em Las Vegas. As instalações da Nevada Solar One ainda estão adormecidas. Mas o dia de trabalho está prestes a começar. É difícil imaginar que uma usina elétrica possa ser tão bela: 100 hectares de espelhos levemente curvos dispostos lado a lado em compridas fileiras como canaletas de luz. Virados para o solo durante a noite, eles começam a despertar - são mais de 182 mil - e a acompanhar o deslocamento do Sol pelo céu. "Parece que hoje vai ser um dia de 370 graus", comenta um dos funcionários. Sua função é monitorar as fileiras de espelhos parabólicos à medida que concentram a radiação solar em encanamentos de aço repletos de óleo circulante, aquecendo-o a uma temperatura de até 400ºC. Ao sair do parque de espelhos, o fluido escaldante passa por radiadores que extraem o calor e o usam para produzir vapor d'água. Esse vapor move uma turbina e um dínamo, os quais lançam na rede de transmissão até 64 megawatts - o suficiente para atender a 14 mil residências ou alguns dos cassinos de Las Vegas. "No momento em que o vapor é produzido, o sistema não tem nada de novo", comenta o diretor da usina, Robert Cable. "Usamos os mesmos equipamentos e as mesmas peças que uma usina convencional." Ao ser inaugurada em 2007, a Nevada Solar One era a primeira usina solar de grandes dimensões construída nos Estados Unidos em 17 anos. Nesse período, a tecnologia foi aperfeiçoada em outros países. A usina pertence à Acciona, uma empresa espanhola. Os espelhos foram feitos na Alemanha. Equipados com capacete e óculos escuros, Cable e eu entramos em sua caminhonete e passamos pelas canaletas de espelhos. Seguidos por um caminhão-pipa, funcionários lavam alguns dos espelhos. "A poeira afeta o funcionamento", comenta Cable. Para demonstrar quão resistente é o vidro, o diretor bate nele como se fosse um tambor. Acima de sua cabeça, no ponto focal da parábola, o cano por onde passa o óleo está revestido de cerâmica para absorver mais luz; e um envoltório de vidro, sem ar no interior, assegura o isolamento térmico. Em um dia claro, a Nevada Solar One chega a converter em eletricidade 21% dos raios solares. As usinas a gás são mais eficientes, mas o combustível delas não é gratuito. E, além disso, uma usina solar não emite dióxido de carbono, vilão do aquecimento global. Em intervalos de 30 segundos, ouve-se um leve zumbido quando um motor altera a posição dos espelhos; até o meio-dia estarão voltados para o alto. Às 8 da manhã, o óleo que circula pelos canos alcança a temperatura ideal. Meia hora depois, o ruído da turbina no interior da estação geradora torna-se um guincho agudo. A Nevada Solar One está pronta para entrar em ação. Com um novo presidente em Washington disposto a reduzir a dependência americana em relação ao petróleo estrangeiro, talvez tenha chegado a hora da energia solar. No ano passado, o preço do barril de petróleo atingiu picos de mais de 140 dólares, antes de o preço cair acompanhando a crise econômica. Em seu discurso de posse, o presidente Barack Obama comprometeu-se a "usar a força do Sol, do vento e do solo para mover nossos veículos e nossas fábricas". Não há nenhuma forma de energia tão abundante quanto a solar. "No que se refere à energia geotérmica e à eólica, é evidente que essas formas de energia renovável são limitadas em termos de quantidade", declarou Eicke Weber, diretor do Instituto Fraunhofer para Sistemas de Energia Solar, em Freiburg, na Alemanha. "A necessidade total de energia dos seres humanos na Terra é de 16 terawatts", disse. (Um terawatt equivale a 1 trilhão de watts.) "Em 2020, chegará a 20 terawatts. A luz solar que incide na parte sólida da Terra é de 120 mil terawatts. Dessa perspectiva, a energia do Sol é ilimitada."

Dentalhes e informações sobre a ECA Digital (Lei Felca)

  Fonte: Brasil Escola O ECA Digital (Lei Felca) entrou em vigor em 17 de março de 2026 com o objetivo de ampliar a proteção das crianças e ...